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Exames indicam que menina de 6 anos foi estuprada antes de morrer

Corpo de Kauani Cristhiny Soares foi encontrado em uma mata de Mongaguá, no litoral, cinco dias depois de ela ter desaparecido

Por Redação VEJA São Paulo - 24 Apr 2019, 09h56

Exames feitos pelo Instituto Médico Legal indicam que a menina Kauani Cristhiny Soares, de 6 anos, teria sido estuprada antes de ser morta em Mongaguá, no litoral de São Paulo.

Na segunda-feira (22), a Polícia Civil prendeu Rodrigo de Paula Sales, de 28 anos, que confessou ter matado Kauani. O corpo da criança foi encontrado seminu em uma região de mata próximo à cada onde morava com a mãe e o irmão. A menina estava desaparecida há cinco dias.

Os médicos encontraram diversas marcas pelo corpo de Kauani que sugerem que ela tenha sido estuprada. Em entrevista ao G1, o delegado de polícia Francisco Wenceslau, responsável pelo caso, diz que o corpo da criança passará ainda por outros exames.

“Há lesões nas proximidades da área genital [da menina]. Há indícios. Mas isso precisa de análise dos demais exames para que a gente conclua o inquérito”, explica.

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Nenhum exame feito até agora foi capaz de apontar as causas da morte de Kauni, já que o estado de conservação do corpo da menina quando foi encontrado não era bom.

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