Casa do irmão de Lu Alckmin é invadida por encapuzados

Quadrilha armada com fuzis invadiu a casa e, após agredir e ameaçar matar Adhemar Cesar Ribeiro, fugiu com joias, relógios e uma arma do local

O empresário Adhemar Cesar Ribeiro, de 75 anos, irmão da primeira-dama do Estado de São Paulo, Lu Alckmin, foi alvo de um assalto na sua residência na madrugada desta terça (15), no Morumbi, Zona Sul. Uma quadrilha armada com fuzis invadiu a casa e, após agredir e ameaçar matar Ribeiro, fugiu com joias, relógios e uma arma do local. A polícia investiga o caso.

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De acordo com informações do boletim de ocorrência, o caso teve início às 3h50 quando um vigilante da casa, na Rua Joaquim Candido de Azevedo Marques, foi rendido e amarrado com pulseiras de plástico por dois ladrões. A vítima descreveu um deles como “alto e magro, com jaqueta preta e calça jeans clara”; o outro, “altura média e mais fortinho”.Com capuz e armados com revólveres e pistolas, os criminosos avisaram a comparsas por “um ponto” que eles poderiam descer para a residência. Dois outros assaltantes abriram o portão e entraram no local na sequência com um carro modelo Mercedes, de placas EQN-5445; a polícia suspeita que o veículo seja clonado, já que não há queixa de roubo até o momento.

Do carro, desceu um outro homem, também de capuz, e entregou um fuzil à dupla que havia chegado ao local primeiro. Nesse momento Ribeiro estava dormindo no seu quarto, que teve a porta arrombada pelos homens. Em depoimento prestado à polícia, o empresário disse ter sido agredido com um soco no peito e ao levantar foi atingido com um soco no estômago, quando “colocaram um arma em sua cabeça”. Ele disse ter contado três ladrões no interior do seu quarto.

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A empregada doméstica da residência também foi rendida na sequência. O bando pediu o segredo do cofre do empresário e, diante da informação de que ele não teria a sequência, ameaçaram matá-lo. Logo depois, um deles pegou um pé-de-cabra e retirou o cofre pequeno da parede. Joias, relógios e um revólver calibre 38 foram levados. As vítimas estimam que a ação tenha levado 15 minutos.

Após os depoimentos, a polícia informou estimar que seis pessoas tenham executado o crime, já que outros estavam do lado de fora monitorando o movimento na rua. Ribeiro relatou que há três anos outro familiar foi assaltado da mesma maneira. O empresário acrescentou que na quinta-feira passada recebeu um email para manutenção do sensor infravermelho do alarme. Ele não soube informar o porquê de o aparelho não ter disparado durante o roubo, mesmo o vigilante tendo acionado o botão de pânico.

Procurados, o governo do Estado e a Secretaria Estadual da Segurança Pública não se pronunciaram sobre o caso.

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