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Comissária que oferece “diversão adulta” é investigada pela British Arways

A companhia aérea ainda não sabe quem é a funcionária, que anunciava seus "serviços" pelo site OnlyFans

Por Redação VEJA São Paulo 1 dez 2020, 19h25

A empresa aérea British Arways descobriu que uma de suas comissárias prestava serviços a mais para os passageiros: além de vender calcinhas por 25 libras cada (cerca de 175 reais), ela atendia particularmente os interessados nos hotéis em que se hospeda durante os voos.

Os serviços eram ofertados através do site Only Fans, uma plataforma para fãs terem acesso a conteúdos exclusivos, como nudes, de pessoas comuns ou famosas.  A página da funcionária em questão prometia entretenimento adulto a bordo. “Tudo que você precisa fazer é me dar uma quantia em dinheiro e você terá uma experiência totalmente diferente a sua escolha”, dizia a “AirHostess7”, entre as fotos sensuais dentro dos aviões, com legendas picantes como “sem calcinha aos domingos”.

A companhia ainda não tem informações sobre a identidade da funcionária e segue investigando. Procurada pelo tabloide britânico The Sun, a moça confirmou trabalhar para a British Arways e disse cobrar uma taxa de 50 libras (por volta de 350 reais) pelo sigilo dos clientes. Membros da equipe também atestaram que a comissária trabalha na empresa aérea e que sua motivação pelo “bico” pode ter como razão os recentes cortes de salários, consequência da pandemia do novo coronavírus.  

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Um porta-voz da empresa declarou que espera “o mais alto padrão de comportamento de todos os nossos colegas em todos os momentos e estamos investigando as alegações”. O perfil “AirHostess7”  não está mais disponível no Only Fans. 

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