Com nova diretoria, Municipal anuncia programação

As novas diretrizes da entidade também incluem a criação de departamento para fiscalização de contas

heudes-regis-escadaria-do-municipal.jpeg Projeto “Música no Cinema” fará parte da programação do Municipal

Projeto “Música no Cinema” fará parte da programação do Municipal (Heudes Regis/)

Com nomes de peso em seu time – como o bailarino Ismael Ivo na direção artística do Balé da Cidade e Roberto Minczuk na regência – a “cara” do Teatro Municipal da gestão João Doria foi apresentada na manhã desta quinta (5). O secretário da Cultura, André Sturm, anunciou programas com início a partir de fevereiro, com destaque para o projeto chamado “Música no Cinema”.

Sturm, Doria e o novo diretor cultural do teatro, Cleber Papa, anunciaram ainda a criação de um departamento de acompanhamento para o Municipal, a fim de fiscalizar as contas da entidade. Ela é alvo de um escândalo que desviou, segundo o Ministério Público Estadual, ao menos 18 milhões de reais no ano passado.

“O caso ali era uma pessoa que decidiu agir incorretamente. A coisa só chegou nesses valores porque não tinha ninguém olhando”, disse Sturm. Ele pretende, no entanto, manter o esquema de terceirização da administração do Municipal por organizações sociais, mas afirmou que deve promover mudanças a partir de junho, quando vence o contrato com a empresa que atualmente executa o serviço.

Programação

A proposta do “Música no Cinema” é popularizar o teatro para atrair mais público. “Tem muita gente que conhece música só por causa de filmes”, disse Sturm. “As pessoas conhecem A Cavalgada das Valquírias (de Richard Wagner) como a música do Apocalypse Now (filme do diretor Francis Ford Coppola).”

A primeira programação se chamará “Kubrick no Cinema”. Quanto estava à frente do Museu da Imagem e do Som (MIS), Sturm organizou uma exposição sobre o diretor Stanley Kubrick que bateu recorde de público.

O regente Minczuk destacou, no entanto, que a programação clássica não será deixada de lado.

Sturm falou também sobre a proposta de levar espetáculos menores do municipal para bairros mais afastados do centro. “Vamos usar as 52 bibliotecas da cidade. Podemos fazer um solo, um duo, um quarteto…”

 

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