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Caminhoneiros aceitam acordo e encerram greve no Porto de Santos

A PM, tropas do Exército e da Marinha devem permanecer no local para garantir a segurança e evitar novas mobilizações

Por Estadão Conteúdo 1 jun 2018, 10h29

Após assembleia entre representantes de três associações e o governador de São Paulo Márcio França, os 1 600 caminhoneiros autônomos que ainda permaneciam no Porto de Santos decidiram encerrar a greve na madrugada desta sexta-feira (1º). A Polícia Militar, tropas do Exército e da Marinha, que estão no local desde quarta-feira (30) para liberar os acessos ao porto, devem permanecer para garantir a segurança e evitar novas mobilizações.

“Com a volta ao trabalho no Porto de Santos o País retorna à normalidade. Os caminhoneiros e o governo do Estado de São Paulo fizeram do diálogo o caminho para a solução de um problema que afetou o Brasil. Isso é a prova de que a boa política representa o melhor caminho para enfrentar as crises”, disse Márcio França.

Um dos pontos reivindicados pelos manifestantes, o fim do pedágio do eixo suspenso, está vigorando desde quinta-feira (31). O governo estadual não precisará repor as perdas às concessionárias. Como compensação, vai prorrogar a validade dos contratos de concessão.

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