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A mulher que morreu no Capitólio dos EUA durante o ataque de trumpistas

Ashli Babbitt levou um tiro no ombro

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 jan 2021, 14h09 - Publicado em 7 jan 2021, 13h59

Apoiadores do presidente Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso americano em Washington, na quarta-feira (6). Eles tentavam impedir a confirmação de Joe Biden como novo presidente dos EUA e invadiram o prédio, depredando o edifício. Durante a invasão, uma mulher foi baleada por um policial: Ashli Babbitt, que morreu em decorrência dos ferimentos.

De acordo com o jornal The Washington Post, Ashli foi uma das quatro vítimas fatais dos tumultos. Ela tinha 35 anos de idade e era veterana da Força Aérea americana. Natural da Califórnia, era uma fervorosa apoiadora de Trump e foi a única que morreu após confronto direto com a polícia.

O Post conta que Babbitt atuou no Afeganistão e no Iraque e também teve missões no Qatar e no Kuwait. O jornal entrevistou o ex-marido dela, Timothy McEntee, com quem a mulher foi casada por 14 anos.

Ele conta que não sabia que Ashli tinha viajado para Washington, para participar dos protestos. A veterana de guerra se casou novamente e tinha com o atual marido, Aaron Babbitt, uma empresa de manutenção de piscinas.

Em entrevista para uma rádio de San Diego, Aaron afirmou que ela era uma mulher “muito opinativa, mas carinhosa, doce, atenciosa”, e uma apoiadora fervorosa de Trump.

O chefe de polícia de Washington confirmou que o tiro foi disparado por um agente e disse que uma investigação foi aberta, para esclarecer o caso. Em uma de suas últimas postagens nas redes sociais, pelo Twitter, Ashli falou sobre os protestos: “nada vai nos parar! Eles podem tentar mas a tempestade vai descer em DC em menos de 24 horas!”, escreveu na última terça-feira (5).

 

 

 

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