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Estrela de cinema

Kelly, um tradicional modelo Hermès, contracena com Kate Hudson em 'À Francesa'

Por Redação VEJA SÃO PAULO Atualizado em 1 jun 2017, 18h40 - Publicado em 12 nov 2010, 21h15

No filme ‘À Francesa’, de 2003, dois ícones da Hermès atuam como coadjuvantes da atriz Kate Hudson. Primeiro, a bolsa Kelly, que ganhou fama quando, em 1956, a princesa de Mônaco, Grace Kelly, usou um exemplar, então conhecido como sac à dépêches, para esconder dos paparazzi a barriguinha da primeira gravidez. O segundo é o lenço de seda, o carré (quadrado). O item passou a ser fabricado em 1937, ano do centenário da maison francesa. No filme, a Kelly (de crocodilo vermelho) funciona como o convite tácito do personagem de Thierry Lhermitte para Kate tornar-se sua amante. Em contrapartida, o lenço sinaliza, bem à francesa, que o caso chegou ao fim. 

 

UMA LINHA QUE VALE OURO 

Tiffany & Co - Luxo - 2191a
Tiffany & Co – Luxo – 2191a

Pela primeira vez em mais de um século e meio de história, a Tiffany & Co. lança uma linha de bolsas. Desenvolvidos pelos designers John Truex e Richard Lambertson, os 44 modelos são “encarnações” de couro das joias da casa. Colares e braceletes viram alças e as cores das gemas tingem as peças. Custam entre 672 reais e 28 050 reais, e não serão vendidas no Brasil.

 

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