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A vibrante essência da Zona Oeste

Região conhecida pela vida noturna recebe investimento para novos espaços verdes, sustentabilidade, lazer, cultura e infraestrutura

Por Abril Branded Content
Atualizado em 11 jun 2024, 11h56 - Publicado em 17 Maio 2024, 12h00

A Zona Oeste da cidade, conhecida por seus bairros boêmios e vida cultural pulsante, com grande concentração gastronômica de bares, bistrôs e restaurantes, revela-se como uma região de múltiplas facetas, onde a agitação urbana se mescla harmoniosamente com espaços verdes e projetos inovadores de sustentabilidade. Parte do seu famoso status veio graças a bairros como Vila Madalena, Pinheiros, Lapa, Butantã e Barra Funda.

É também na região que ficam pontos icônicos que oferecem atividades para toda a população durante o dia, como as ciclovias e ciclofaixas, galerias culturais, cinemas, praças e, em especial, os clássicos parques – como o Parque Alfredo Volpi, Chácara do Jockey, Jardim das Perdizes, Leopoldina, Luís Carlos Prestes, Previdência, Raposo Tavares, Reserva Morumbi, Sapé, Trianon, Vila dos Remédios, Zilda Natel e Parque do Povo.

Tendo em vista os moradores e frequentadores dessa área, a Prefeitura chega com novidades que prometem engajar ainda mais uma das regiões mais cobiçadas da cidade.

ÁREAS VERDES E FOCO EM SUSTENTABILIDADE

Em 2023, a Prefeitura investiu R$ 14 milhões em novos parques lineares, sendo um deles o Parque Linear Água Podre – Ypuera, no Butantã. Com área de 38 mil m2, sua infraestrutura inclui espaços para eventos ao ar livre, academias e equipamentos de ginástica.

Parque Linear Água Podre - Ypuera, no Butantã
Parque Linear Água Podre – Ypuera, no Butantã (Daydream Midia/Abril Branded Content)

O novo espaço é um projeto da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, que aposta na construção de novos parques até mesmo para a preservação dos recursos hídricos da cidade. Só no Ypuera estão localizadas as três nascentes do córrego de mesmo nome, e contabiliza a quinta área verde entregue pela atual gestão. 

Com a construção do parque, a Prefeitura tinha também como objetivo transformar esse espaço urbano, que ocupa uma área de preservação permanente, em mais uma opção de lazer e bem-estar dos munícipes.

Parque Linear Água Podre - Ypuera, no Butantã
Parque Linear Água Podre – Ypuera, no Butantã (Daydream Midia/Abril Branded Content)

Esse tipo de melhoria também inclui as obras de requalificação do Córrego Quirino dos Santos, que vão transformar uma área de quase 17 mil m2 em um espaço de convívio para a população. A área recebe limpeza e contenção do córrego, além da construção de pontes. A intervenção recebeu um investimento da Prefeitura de R$ 6 milhões. 

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A sustentabilidade e a preservação do meio ambiente são foco não somente da administração pública, mas também da população da Zona Oeste. Atendendo a uma demanda dos moradores de Pinheiros, a Prefeitura instalou pontos de entrega voluntária para coleta exclusiva de vidros na rua Guaicuí, conhecida, inclusive, por sua vida noturna agitada. Ao todo, são 21 pontos espalhados por toda a Zona Oeste. 

ESPAÇOS DE ESPORTE E LAZER

Em uma região que alterna entre as atrações culturais, encontros sociais diurnos e noturnos e valorização de espaços verdes, a vida saudável não poderia ficar de fora. Um espaço referência na cidade quando o assunto é a prática de esporte é o Centro Esportivo (CE) Edson Arantes do Nascimento – ou Pelezão, para os locais. 

Situado na Lapa e com uma área de 98 mil m2, esse importante centro esportivo passou por reformas em todo o seu complexo aquático e teve o gramado do campo de futebol trocado. Quem frequenta o espaço encontra área para caminhada, sala de ginástica, quadras de areia, futsal e tênis, além de aulas de artes marciais, dança, futebol e hidroginástica, tudo gratuitamente. 

O mesmo acontece no Centro Educacional Unificado (CEU) do Jaguaré, que atende 40 mil pessoas por mês e passou por obras recentemente, ganhando alambrado e cobertura na quadra, além de manutenção em lajes e paredes com infiltração e nas piscinas. O prédio onde ficam banheiros, sala de dança, ginásio, vestiários, estúdio, ateliês de artes e teatro também foi todo reformado e a pista de skate será revitalizada.

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Já o CEU Uirapuru, no Butantã, conta com obras de manutenção nas quadras poliesportivas e piscinas, e pintura externa e interna de todo o complexo, que atende mais de 1.700 pessoas por mês. O CEU ainda proporciona creche, escola do ensino infantil e fundamental e aulas gratuitas de diversas modalidades esportivas. 

CULTURA E EMPREENDEDORISMO NA ZO

E para quem está em busca de cultura, a Zona Oeste abriga mais de dez bibliotecas em sua região. A Mário Schenberg, localizada na Lapa, além de extenso acervo, eventos e acessibilidade, ganhou uma unidade da Teia – programa realizado pela Ade Sampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento),  vinculada à Prefeitura, que tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de negócios por meio de coworkings públicos na cidade –, para auxiliar os novos empreendedores na carreira profissional; e uma unidade do Sampa Cast, projeto que oferece infraestrutura de gravação para conteúdos de áudio e vídeo, através de um estúdio de podcast e videocast. Tudo gratuito.

Biblioteca Mário Schenberg, na Lapa
Biblioteca Mário Schenberg, na Lapa (Daydream Midia/Abril Branded Content)
Biblioteca Mário Schenberg, na Lapa
Biblioteca Mário Schenberg, na Lapa (Daydream Midia/Abril Branded Content)

É também na região Oeste que foi criado o primeiro centro de inovação para o desenvolvimento de negócios ambientais e tecnologias verdes de São Paulo. O Hub Green Sampa se instalou no prédio histórico de Pinheiros, onde antigamente funcionava o incinerador da Praça Victor Civita – que também está passando por melhorias, incluindo a instalação de um novo deck de madeira e infraestrutura elétrica, com previsão de abertura ao público no segundo semestre.   

Praça Victor Civita, em Pinheiros
Praça Victor Civita, em Pinheiros (Prefeitura de São Paulo/Divulgação)

O hub recebeu investimento de R$ 1,7 milhão e pretende atender 24 startups que atuam no setor, além do público em geral que também pode usufruir do espaço com estações de trabalho, área para eventos, estúdio para produção de materiais de áudio e equipamentos de ponta. 

E, no Butantã, a Casa de Cultura abriga o Rede Daora, espaço importante para a qualificação de jovens a partir de 14 anos, com formação cultural voltada para economia criativa, com criação musical, design de figurino, técnicas para cabelo e maquiagem, fotografia, marketing digital, design e desenvolvimento de games 2D, programação web e muito mais. Também tudo de graça.

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INVESTINDO NA CIDADE QUE NÃO PARA

A Prefeitura investiu R$ 7,9 milhões em obras de combate ao alagamento com a implantação da nova rede de drenagem no Alto Pinheiros, aumentando a capacidade do sistema de drenagem na região. 

Com entrega prevista para junho, as galerias serão estendidas em mais de 800 metros na região da Praça Panamericana, por meio do método “tunnel liner” que faz com que as escavações aconteçam diretamente no subsolo, sem necessidade de interdição da via – um alívio para o trânsito da região. O Beco do Batman, conhecido por abrigar uma verdadeira galeria a céu aberto na Vila Madalena, também ganhará a construção de um reservatório que promete aumentar o escoamento das águas da chuva e facilitar a vazão.

Beco do Batman, na Vila Madalena
Beco do Batman, na Vila Madalena (Daydream Midia/Abril Branded Content)
Beco do Batman, na Vila Madalena
Beco do Batman, na Vila Madalena (Daydream Midia/Abril Branded Content)

Ainda sobre a infraestrutura, os pedestres e ciclistas poderão contar com uma nova via de travessia segura e eficiente sobre o Rio Pinheiros, as Vias Marginais e a Linha 9 – Esmeralda da CPTM. Com um investimento de R$ 41,9 milhões, as obras para a implantação da Ciclopassarela Bernardo Goldfarb já começaram e vão conectar os distritos de Pinheiros e Butantã por meio de uma ciclovia com dois sentidos, calçada para pedestres e acesso por rampas e escadas integradas.

A Prefeitura de São Paulo já vem expandindo os espaços destinados a ciclistas na cidade, a caminho de cumprir a meta de 1.000 km de extensão da rede até o final de 2024. Hoje, com 722 km de ciclovias, ciclofaixas (690 km) e ciclorrotas (32 km), a capital paulista já tem a maior malha cicloviária do País.

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