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Memória Por Blog Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Cinco cursos obsoletos

Muito procurados antigamente, hoje se tornaram raros

Por Roosevelt Garcia Atualizado em 26 mar 2018, 13h20 - Publicado em 26 mar 2018, 12h24

A busca por aprimoramento profissional faz parte da vida de qualquer pessoa que queira melhores condições de vida, incrementando seu nível de conhecimento. Além dos tradicionais cursos profissionalizantes de segundo grau (nível médio) e de nível universitário, diversos cursos extra-curriculares surgiram com o passar dos anos, com a finalidade de capacitar o profissional em áreas específicas, ou mesmo ajudá-lo a entrar em uma nova área.

Alguns desses cursos, no entanto, acabaram obsoletos por conta do avanço tecnológico, ou simplesmente porque ninguém mais estava interessado em seguir esses caminhos. Relembre cinco cursos que eram muito procurados no passado, mas são raros hoje em dia.

 

  • Datilografia

Antigamente, era um curso obrigatório pra quem queria dominar uma máquina maravilhosa: a máquina de escrever. Na era pré-computadores era imprescindível que qualquer pessoa que almejasse cargos ligados a escritórios se sentisse à vontade com uma máquina de escrever. Para recepcionistas e secretárias, até a velocidade de escrita, medida em palavras por minuto, era um fator decisivo na hora de conseguir um emprego. Com o avanço da informática, os cursos de datilografia perderam importância, porque passou a ser mais importante saber o que fazer com o computador, do que a velocidade em que isso era feito.

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  • Caligrafia

A arte de escrever bem à mão já foi matéria obrigatória nas escolas primárias, depois passou a ser relegada somente para pessoas que desejavam melhorar sua letra cursiva, e hoje em dia mal se ouve falar nisso. Infelizmente, o ato de se escrever com caneta está desaparecendo. Duvida? Peça para uma pessoa escrever uma página inteira à mão. Com certeza ela ficará com os músculos do braço doendo, além de sua letra ser praticamente ilegível. Mais uma contraindicação do uso constante dos teclados de computador.

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  • Taquigrafia

Também conhecida como estenografia, esta técnica era muito requisitada em profissões que deveriam anotar com rapidez ditados e conversas entre pessoas. Ela consiste em uma série de caracteres abreviados, permitindo que quem os escreva, o faça na mesma velocidade em que são falados. A capacidade de escrever e depois interpretar esses sinais são a especialidade deste profissional. Isso está tão em desuso atualmente, que poucas pessoas conhecem os termos taquigrafia ou estenografia.

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  • Telegrafia

O Código Morse foi amplamente utilizado nas comunicações por mais de 100 anos. Ele consiste em um conjunto de pontos e traços, que reunidos de formas específicas, representam letras e números, formando palavras que eram enviadas como mensagens, principalmente a enormes distâncias. A facilidade em transmitir tais sinais só foi suplantada com o avanço das comunicações digitais, mas mesmo assim, rádio-amadores e embarcações ainda usam o código para comunicações de emergência. O telegrafista, profissional responsável por enviar e receber as mensagens, deve saber de cor todas as letras e números. Mas, o código está oficialmente aposentado, então o curso de telegrafista nem existe mais. Mas, pra quem tem curiosidade, existem sites na internet especializados no Código Morse.

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  • Informática

Parece incrível, mas mesmo os cursos de informática caíram em desuso atualmente. Quando os primeiros computadores pessoais ganharam as casas do consumidor comum na década de 90, os cursos de informática tiveram um boom, porque as pessoas queriam aprender a mexer naquela caixa mágica, pra, pelo menos, tirar o melhor que ela poderia oferecer naqueles tempos. Entender a “cara” do Windows , a organização de arquivos dentro do PC e até fazer planilhas e documentos eram as principais dúvidas daqueles dias distantes. Com a absurda popularização dos computadores, e depois suas versões mais compactas, como tablets e smartphones, os computadores de mesa se tornaram coisa de criança. Literalmente, aliás, qualquer criança já nasce sabendo noções de computador.

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