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Christiane Tricerri estreia o monólogo “A Merda” em julho

A expressiva imagem da atriz Christiane Tricerri, registrada pelo fotógrafo Gal Oppido, diz respeito ao espetáculo “A Merda”, que estreia em 9 de julho no Auditório do Sesc Pinheiros. Escrito por Cristian Ceresoli, o monólogo ganha por aqui montagem protagonizada e dirigida pela própria Christiane, que contou alguns detalhes da nova produção para nós. Palavras […]

Por Dirceu Alves Jr. - Atualizado em 26 fev 2017, 16h45 - Publicado em 4 Maio 2015, 20h37
Christiane Tricerri: monólogo de Cristian Ceresoli ocupará a Sesc Pinheiros (Foto: Gal Oppido)

Christiane Tricerri: texto do italiano Cristian Ceresoli ocupará o Sesc Pinheiros (Foto: Gal Oppido)

A expressiva imagem da atriz Christiane Tricerri, registrada pelo fotógrafo Gal Oppido, diz respeito ao espetáculo “A Merda”, que estreia em 9 de julho no Auditório do Sesc Pinheiros. Escrito por Cristian Ceresoli, o monólogo ganha por aqui montagem protagonizada e dirigida pela própria Christiane, que contou alguns detalhes da nova produção para nós.

Palavras impactantes

“‘A Merda” é um texto que carrega uma humanidade e poesia à flor da carne. É impactante, feroz, possante e cru. Eu o conheci através de uma amiga ítalo-brasileira e imediatamente entrei em contato com o autor, Cristian Ceresoli, para comprar os direitos. Fazia pouco da estreia em Roma. Nós dois já estávamos em negociações quando a peça explodiu nos teatros de Londres e Berlim.”

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Fêmea furiosa

“Neste solo, uma mulher, ou uma fêmea, como prefere definir Ceresoli, surge sentada como um animal em um pedestal circense. Nua, sob os holofotes, com sua voz amplificada por um microfone, ela avança com ferocidade brutal e uma fúria assassina rumo ao ‘mundo que conta’, disposta a tudo para alcançar seu objetivo de chegar lá e acontecer. É a  fúria personificada em fêmea, desprovida de sua máscara, como que decidida a matar, para alcançar o seu lugar no mundo.”

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Direitos quase exclusivos 

“O texto foi traduzido para diversas línguas e quem o interpreta tem sido sempre a atriz italiana Silvia Gallerano. O autor só liberou os direitos para mim e para uma atriz dinamarquesa porque, segundo ele, compreendemos a proposta e porque nesses idiomas a intérprete original não faria.”

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