Acredite: tem panetone nos supermercados de São Paulo

O doce de origem italiana chegou às prateleiras faltando três meses para o Natal. Isso que é antecipação da gula!

Até um passado bem recente, os períodos do ano podiam ser marcados pelas guloseimas encontradas nas prateleiras dos supermercados. Isso porque datas especiais costumam ter promoções e produtos específicos para cada celebração. Em andanças por mercados da cidade, a equipe de VEJA SÃO PAULO constatou que, embora faltem mais de três meses para o Natal, os panetones, grande objeto de desejo dos estômagos no fim do ano, já figuram nos expositores.

Neste ano, a entrega da guloseima nas lojas do Carrefour foi antecipada em cerca de trinta dias. No início de agosto, eles receberam a versão da Bauducco de gotas de chocolate (17,99 reais, 500 gramas) e outras receitas. Em nota, a empresa afirma que a escolha do adiantamento foi uma estratégia de vendas. Os endereços modelo Express da rede foram os únicos não contemplados com o doce nesse primeiro momento.

No Pão de Açúcar e no Extra, o período natalino em forma de panetones costuma acontecer no início de setembro. Os de produção própria, porém, ficam nas gôndulas de janeiro a janeiro. Custam 7,99 reais os de frutas cristalizadas e o de gotas de chocolate, ambos com 500 gramas. Em outubro, entram em cartaz sabores especiais, como red velvet, chocolate ruby e nozes trufado.

Mesmo diante de opções cada vez mais inventivas, 55% dos exemplares oferecidos nas lojas Pão de Açúcar levam chocolate na composição e se configuram como os queridinhos dos paulistanos. Nos 45% restantes, está o de frutas cristalizadas e outros.

Validade

Dá para encher o armário da cozinha de panetone já que a validade das versões industrializadas é de nove meses em média. Os artesanais, porém, não aguentam até o Natal. Para esses, a recomendação é esperar no máximo quinze dias para devorá-los por completo.

“Panetone fresco é sempre melhor, mas se a ideia é congelar, a indicação que eu dou é de consumi-lo em no máximo um mês”, explica a padeira Izabela Tavares, à frente do ateliê de pães por encomenda Iza Padaria Artesanal.

“Depois disso, algumas massas ressecam e outras ficam muito molhadas”, diz. A receita de Iza e de outras padarias artesanais da cidade costumam ser oferecidas a partir de novembro. Até lá, só supermercado.

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