Mulher-Maravilha

Tipos de Gêneros dramáticos: Ação, Aventura
VejaSP
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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Depois de dois longas-metragens frustrantes (Batman vs Superman e Esquadrão Suicida), a DC Comics deve voltar a fazer as pazes com os fãs de HQs com Mulher-Maravilha. Atributos não faltam: além de um roteiro bem costurado e efeitos visuais elegantes, o filme tem ação, drama e romance para agradar a públicos distintos. E, claro, há Gal Gadot, a atriz israelense que já havia roubado a cena em Batman vs Superman e, aqui, feminina e feminista, é capaz de entusiasmar a plateia. O início causa estranheza, com seus cenários digitais e figurinos kitsch. Numa ilha isolada vive Diana (Gal Gadot), uma jovem criada entre amazonas. Como os deuses saíram de lá, as mulheres dominaram o território. Mas eis que surge o espião americano Steve Trevor (Chris Pine) e, com ele, um batalhão de soldados alemães. Não há outra solução: para restabelecer a paz, Diana precisa encontrar e eliminar Ares, o deus da guerra na mitologia grega. Durante os conflitos na I Guerra, a heroína vai usar seus poderes, mas sempre com juízo e bom-senso e pregando o amor. O discurso combina com os tempos atuais, certo? Estreou em 1º/6/2017.

    info
  • Direção: Patty Jenkins
  • Duração: 141 minutos
  • Recomendação: 12 anos
  • País: EUA
  • Ano: 2017
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  1. Cassio Louzada

    A DC finalmente acertou em cheio. Para os fãs dos quadrinhos e da série de Mulher Maravilha, como eu, irão amar o filme. O filme tem de tudo um pouco, comédia, drama, ficção, afinal, Mulher Maravilha é tudo isso. Confesso que algumas lágrima insistiam em correr pela minha face na tão esperada cena da escolha que ela precisa fazer. Não vou dizer qual para não se tornar um spoiler e estragar a emoção de quem for ver o filme. Amei o filme, ele me prendeu do começo ao fim. Quando acabou eu queria mais. Dou destaque para a menina que fez o papel de Diana de Themyscira, Diana Prince para os humanos. A menina deu um show a parte. Foi uma pequena participação, mas ela fez jus ao papel. Ela terá um futuro brilhante nas telonas. Assim espero.

  2. Uma boa explicação sobre a origem da Mulher-Maravilha, depois muita ação e aventura (talvez com algum excesso de cenas em câmera lenta) e vilões bem escolhidos. Gal Gadot e Chris Pine se bastariam como o lado “do bem” e os papeis dos seus companheiros de luta acabaram soando supérfluos e nem chegam a criar empatia. É também a dupla protagonista que dá os simpáticos toques cômicos, quando o piloto tenta disfarçar a flagrante falta de ambientação da deusa com a agitada Londres e o mundo dos humanos.