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Seis opções de gastronomia e cultura para curtir a cidade nesta semana

Por: Veja São Paulo

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Os críticos de VEJA SÃO PAULO indicam os melhores passeios e estabelecimentos para comer e beber bem:

 

  • Não há medo de experimentar na trajetória de sucesso desta cantora paulistana. No mais recente Tropix, de março, ela se desamarrou dos ritmos jamaicanos e do sambinha acidental que havia explorado em Vagarosa e Caravana Sereia Bloom para embarcar nas batidas dos sintetizadores. O visual angelical deu lugar a um figurino reluzente, à moda dos anos 70. Eis uma mudança apropriada para mostrar um trabalho muito similar a uma peça da disco music — mas com um toque de Céu, é claro. Ou seja, há espaço para muitas misturas de estilo. A sequência de músicas românticas feitas para atravessar a madrugada começa com o som sintético da faixa de entrada, a sensual Perfume do Invisível, passa por uma divertida pitada de tecnobrega, em Varanda Suspensa, e levanta de vez o público com a levada funkeada de A Nave Vai. No encerramento, Rapsódia Brasilis envereda pela crítica social e questiona a relação entre patrão e empregado. Dividem também o palco Pupillo (bateria), David Bovée Swan (guitarra), Lucas Martins (baixo) e João Leão (teclados). De 28 a 30/4/2016.
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  • O festival Australia Now promove até o fim de maio diversas atrações ligadas ao país da Oceania. Entre elas, aparece a Sydney Dance Company, que desembarca em São Paulo pela primeira vez. O grupo faz duas exibições no Sesc Vila Mariana. Fundado em 1969 como The Dance Company (só uma década depois adotou o nome atual), o coletivo foca os passos contemporâneos. O espetáculo Interplay envolve um trio de coreografias interpretado por quinze bailarinos. Durante quase três horas, a ideia é apresentar visões diferentes da arte. O programa começa com a peça 2 in D Minor, do criador e diretor Rafael Bonachela, embalada por música de Sebastian Bach executada por um violinista ao vivo. Em seguida, entra em cena Raw Models, de Jacopo Godani, baseada em movimentos ágeis. Finaliza a noite L’Chaim!, de Gideon Obarzanek. A montagem mostra-se repleta de cenas coletivas com toques teatrais. Fique atento: os ingressos para as sessões devem esgotar rapidamente. Dias 29 e 30/4/2016.
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  • Por mais de um ano e meio, os atores da Mundana Companhia e a diretora Cibele Forjaz peregrinaram pela cidade com o objetivo de recriar um clássico dá década de 20. Eles circularam por escritórios da Avenida Luís Carlos Berrini, conversaram com profissionais das boates da Rua Augusta e observaram os arredores da Ceagesp. O objetivo era encontrar conexões entre a obra-prima homônima do alemão Bertolt Brecht (1898-1956) e os contrastes do cotidiano paulistano. No centro da trama, o virtuoso George Garga (interpretado por Lee Taylor) vê sua família se corromper com base em um jogo proposto pelo capitalista Shlink (representado por Aury Porto). A namorada (papel de Luiza Lemmertz) vira prostituta, a irmã (a atriz Luah Guimarãez) se apaixona pelo vilão, enquanto seus pais (os atores João Bresser e Carol Badra) são facilmente seduzidos pelo dinheiro. O resultado é louvável e mostra um exemplo de dramaturgia que enriquece a encenação e as interpretações graças a uma apurada pesquisa. Mergulhe sem medo nas três horas de duração. Mesmo sem intervalo, elas fluem bem por causa do ritmo com que as onze cenas são apresentadas e aos desempenhos do uniforme afiado elenco conduzido por Cibele Forjaz. Com Guilherme Calzavara, Mariano Mattos Martins e Vinícius Meloni. Estreou em 19/3/2016.  Até 15/5/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO