Homem saca arma na Avenida Paulista

Por volta das 19h, um suposto policial civil teria efetuado três disparos

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

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Homem saca arma na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação (Foto: André Lucas/ Futura Press / Folha Press)

A manifestação que começou pacífica por volta as 15h na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, teve um episódio de violência após o seu final. Por volta das 19h, na altura da Rua Haddock Lobo, a reportagem de VEJASAOPAULO.COM testemunhou um homem sacar uma arma. Na sequência, os relatos são de que ele teria efetuado três disparos. 

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Homem que sacou a arma está no banco do passageiro (Foto: Fábio Lopes)

De acordo com o tenente-coronel Bexiga, que estava no local, trata-se de um policial civil. Ele teria dado os tiros para o alto após ser cercado por manifestantes. Antes, ele parecia discutir com um deles e, após puxar os cabelos de um rapaz, iniciou-se a confusão.

O sujeito teria sido encaminhado ao Deic e foi retirado do local em um santana preto. A Secretaria de Segurança Pública ainda não confirma o caso.

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O clima ficou tenso na altura da Estação Consolação do Metrô, que fechou por alguns minutos. Informações da Polícia Militar apontam que uma pessoa foi presa por porte de entorpecente. 

Neste vídeo, um manifestante conta sua versão para o momento da confusão. Assista.

Manifestação pacífica

O protesto que reuniu cerca de 200 manifestantes ocorreu pacificamente. Um grande número de policiais foi escalado para acompanhar o ato, que contou com o auxílio do helicóptero Águia e pelo menos quarenta homens da Cavalaria e cinco caminhões do Coque.

O grupo saiu da Praça do Ciclista e seguiu pela Avenida Paulistana. Por volta das 18h30, os ativistas encerraram o ato em frente ao Masp sem nenhum problema registrado.

Após o término, alguns manifestantes pediram para o tenente-coronel José Eduardo Bexiga uma retirada pacífica. 

Durante a saída, policiais militares acompanharam as pessoas que seguiam pela Avenida Paulista. Nesse momento, aconteceu a confusão. Durante o tumulto, policiais militares também dispararam bombas de efeito moral.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO