Política

Site do governo de São Paulo reúne imóveis públicos à venda

Leilão está marcado para o dia 22, no Palácio dos Bandeirantes

Por: Estadão Conteudo

Imóvel do governo à venda
Imóvel próximo à Leroy Merlin e Decathlon do Morumbi: tem casa, vestiário e três quadras de tênis (Foto: Reprodução)

O governo do Estado de São Paulo lançou um site para agrupar imóveis públicos que colocou à venda, em uma medida para reduzir custos de administração e gerar receita para o cofre estadual. Ao todo, São Paulo pretende se desfazer de R$ 113,5 milhões em bens.

A lista de imóveis inclui de casas residenciais a terrenos e galpões, totalizando 24 imóveis. Três deles foram acrescidos à relação nesta sexta-feira (7): dois terrenos em Itu, no interior que somam 97 hectares, e um na capital paulista. O lote de 3 100 metros quadrados no bairro do Morumbi, na zona sul, tem lance mínimo de R$ 9,6 milhões, está situado na Avenida Magalhães de Castro, é o bem mais caro da lista. O leilão está marcado para ocorrer no dia 22, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo.

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Quadra: parte de um imóvel à venda (Foto: Reprodução)

Ao todo, há sete imóveis à venda localizados na capital. Além do terreno no Morumbi, o segundo imóvel mais caro da relação também está na cidade de São Paulo: um galpão de 1 400 metros quadrados localizado na Alameda Barão de Limeira, no bairro de Campos Elísios, região central. “A iniciativa integra a busca do governo do Estado por otimizar e racionalizar os recursos públicos disponíveis, por meio da redução de despesa de custeio” informa o Palácio dos Bandeirantes, por meio de nota. 

Os imóveis à venda estavam exibidos em uma seção do site da Secretaria Estadual de Gestão, mas foram organizados no site www.imoveis.sp.gov.br para facilitar a consulta dos interessados. A página, ainda em testes, está no ar há cerca de um mês. 

Crise econômica - A receita de impostos do Estado neste ano teve queda de 7,9%, o que representou uma diminuição de R$ 10,5 bilhões em tributos recebidos para a gestão pública. Além de buscar saídas como a venda de bens, a gestão estadual reduziu investimentos em rodovias e congelou contratações.

Fonte: VEJA SÃO PAULO