Mistérios da Cidade

Estações de metrô viram ponto de encontro de diferentes grupos

Baladeiros, dançarinos e skatistas se reúnem, com hora marcada, em diversas regiões da cidade

Por: Maurício Xavier

Interior da Estação do Metrô Sé
(Foto: ALEXANDRE BATTIBUGLI)

Cerca de 4 milhões de pessoas circulam diariamente pelas plataformas do metrô paulistano. O curioso é que algumas das estações se transformaram em ponto de encontro (muitas vezes informal) para grupos dos mais variados setores da sociedade. Confira alguns exemplos, com o horário das “reuniões”:

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Ana Rosa (Linha 2 — Verde) — Usuários de patinetes e de outros equipamentos costumam levá-los ao local. Sábado e domingo, 15h.

Anhangabaú (Linha 3 — Vermelha) — Baladeiros do Baixo Augusta reúnem-se por ali antes de voltar das noitadas para casa. Sábado e domingo, 4h.

Santa Cruz (Linha 1 — Azul) — Com boné e camiseta larga, jovens competem na batalha de rap, uma tradicional disputa de rimas. Sábado, 21h.

Sumaré (Linha 2 — Verde) — Adeptos de rapel encontram-se no viaduto da Avenida Doutor Arnaldo para praticar o esporte na madrugada. Sexta, 23h.

Tamanduateí (Linha 2 — Verde) — Skatistas e dançarinos de hip-hop dividem um espaço próximo ao pátio da estação. Diariamente, 19h.

Vergueiro (Linha 1 — Azul) — Muretas, bancos e grades servem de equipamento para os saltos dos praticantes de parkour. Sábado e domingo, 15h.

Fonte: VEJA SÃO PAULO