Hora de brincar

Mundo Playmobil invade São Paulo

Fãs e colecionadores do brinquedo se reúnem no Ragazzo neste domingo (22)

Por: Bruna Gomes - Atualizado em

Playmobil
4ª do 'Lanchinho Playmobil' em São Paulo exibe maquetes de fãs e colecionadores (Foto: Arquivo pessoal)

Construir cidades e recriar cenas de shows, de filmes ou do que mais a imaginação permitir faz parte da vida de adultos como o empresário Cesar Ojeda, organizador do Lanchinho Playmobil. O evento chega à sua 4ª edição em São Paulo e reúne colecionadores e fãs dos brinquedos no restaurante Ragazzo da Avenida Faria Lima, no domingo (22). O evento é aberto ao público e custa R$ 10,00.

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Ojeda afirma que retomou em 2006 sua coleção, iniciada quando ainda era criança. Ele diz que aproveita o hobby como válvula de escape para se desligar do estresse do dia-a-dia. Para dividir suas ideias, trocar peças e encontrar raridades, ele criou um fórum, pelo qual faz contato com colecionadores de vários lugares do Brasil.

Fascinado por bonequinhos do velho-oeste, o empresário ganhou o título carinhoso de prefeito da Playm-Old-Ville, cidade construída por ele. Ojeda conta que, incentivado pelos novos amigos e por conta do trabalho em conjunto, os encontros passaram da internet para a vida real. “A ideia é nos encontrarmos sempre que possível”, diz. No total já foram 12 encontros. Em São Paulo, é a quarta vez.

Na última edição, Renato Fragiacomo-Wabersky, um dos colecionadores, reconstruiu um show do ídolo Elvis Presley, com direito a telão, fãs histéricos, cinegrafista e seguranças. Com 34 anos e pai de duas meninas, uma de 10 anos e outra de 1 mês e meio, Wabersky se orgulha de seu hobby. “Construí um país Playmobil em um quartinho da minha casa, com estádio de futebol, igreja, aeroporto, posto de gasolina e casas, entre outras coisas.” Apesar de todos os cuidados com os detalhes, ele afirma que não tem ciúme de sua obra-prima e que as filhas brincam à vontade. Para esta edição do Lanchinho Playmobil, Wabersky promete levar uma igreja e simular um casamento.

Apesar de os maiores participantes serem adultos, Ojeda conta que a diversão é para a família toda. “Quem brincou com Playmobil nos anos 80, hoje traz seus filhos e o carinho pelos brinquedos é passado para as gerações mais novas.”

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO