Guia da paquera

Na rua, no mercado, na butique...

O empresário Lourenço Zein, expert em xaveco, ensina lugares inusitados para tentar se dar bem

Por: Camila Taira - Atualizado em

Lourenço Zein
Lourenço Zein, no "Programa do Jô": prática levou à criação da empresa (Foto: Reprodução)

O xavequeiro é, antes de tudo, um oportunista. Quer dizer, nem só de balada vive o homem (ou a mulher) que busca companhia. Numa ida ao supermercado, por exemplo, você pode encontrar o amor da sua vida. Lourenço Zein, um dos sócios da US Consultoria (a ex-Universidade da Sedução), indica a seguir alguns lugares fora do agito das noitadas. Quem sabe você não tem sorte de ser atingido pelo cupido num deles, né?

Conjunto Nacional aos domingos

“A Livraria Cultura é um ótimo foco para paquerar. Experimente sentar no Viena, enquanto saboreia um café e observa pessoas interessantes dos mais variados estilos que se encontram no recinto”, aconselha Lourenço Zein, um dos sócios da US Consultoria Social e Imagem (ex-Universidade da Sedução), que de tão versado no assunto já deu até entrevista a respeito no “Programa do Jô”.

Locais onde se praticam esportes radicais

Experimente se matricular em cursos rápidos de paraquedismo, mergulho, kite surf ou ciclismo. “O bom é que dividir a paixão por algo assim, já é um bom começo para puxar assunto”, diz Lourenço.

Lojas exclusivamente femininas

“Vá aos sábados pela tarde, e diga, em alto e bom som, que quer escolher algo para sua mãe. Peça várias opções e se mostre indeciso. Mulheres gostam de opinar. Logo, logo, algum virá ajudar e aí você engata um papo”, indica. Segundo ele, butiques são melhores para essa estratégia pois não têm o corre-corre habitual dos shoppings. Dica para começar: Daslu e lojas da Rua Oscar Freire.

Supermercados

“Ponto certo de mulheres bonitas a qualquer dia da semana”, afirma nosso expert. Para engatar um assunto, peça opiniões sobre produtos, deixando no ar que precisa cozinhar para si e está sem criatividade. Dica para começar: Pão de Açúcar do Shopping Iguatemi.

Fonte: VEJA SÃO PAULO