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Teatro

Melhores peças em cartaz

Veja algumas montagens que valem o ingresso

5.out.2012 | Atualizada em 24.out.2014 por Veja São Paulo

A seleção a seguir traz as peças que receberam as melhores cotações pelo crítico Dirceu Alves Jr..

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Apoiado em vozes potentes e na fértil imaginação do público, o rádio brasileiro conheceu o apogeu entre os anos 1940 e 1950. Com a consolidação da televisão, a imagem passou a ser a prioridade em detrimento do som e, na década seguinte, as radionovelas não resistiram às tramas eletrônicas. Saiba mais.

Na era da instantaneidade, tornou-se raro um espetáculo colher elogios unânimes. A maioria das peças entra e sai de cartaz sem grande repercussão. O drama do libanês Wajdi Mouawad estreou no Rio de Janeiro há um ano, passou por três outras capitais e chegou a São Paulo movido por uma incessante e perigosa expectativa. Saiba mais.

Criado para um teleteatro, o drama ganhou projeção graças ao filme de Sidney Lumet, produzido em 1957. A história de uma dúzia de sujeitos encarregados de chegar a um veredicto é montada sob a direção de Eduardo Tolentino de Araújo. Saiba mais.

Cássia Rejane Eller (1962-2001) era de uma timidez sem tamanho. Monossilábica, ela mal mirava os olhos do interlocutor e, nas entrevistas, em nada lembrava a cantora de voz potente e postura agressiva no palco. Saiba mais.

Como atriz do Grupo XIX de Teatro, a paulistana Janaina Leite participou dos espetáculos Hysteria (2002) e Hygiene (2005) em que os limites de ficção e realidade beiravam o subjetivo. Saiba mais.

Ninguém jamais viu a cara de Myrna. Só havia uma certeza: tratava-se de uma mulher que distribuía conselhos sentimentais nas páginas de um jornal no fim dos anos 40. O ator Nilton Bicudo criou uma imagem para representar no monólogo cômico esse pseudônimo feminino do dramaturgo Nelson Rodrigues. Saiba mais.

Baseado no livro do rabino Nilton Bonder, o monólogo A Alma Imoral estreou em julho de 2006 no Rio de Janeiro em uma sala onde mal cabiam cinquenta pessoas. O interesse imediato e crescente surpreendeu a própria atriz e adaptadora Clarice Niskier. Saiba mais.

O cenário é um hospital, com endinheirados nos quartos e menos favorecidos pelos corredores. Através de métodos discutíveis e até criminosos, o cirurgião Benjamin (interpretado por Otto Jr. Saiba mais.

Alvo fácil para os estereótipos, a família real portuguesa é constantemente retratada de forma caricata no Brasil. Sob a direção de Mika Lins, o monólogo dramático Palavra de Rainha, escrito por Sérgio Roveri, traça um caminho oposto para dignificar uma personalidade relevante. Saiba mais.

Tem de tudo na cena paulistana. Várias peças bem simples apostam somente na mensagem do texto e no trabalho dos atores, mas, muitas vezes, nenhuma das partes dá conta do recado. A comédia Não Nem Nada se baseia na mesma premissa e resulta justamente no contrário disso. Saiba mais.

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