A seleção a seguir, feita pelo crítico de teatro de VEJA SÃO PAULO, Dirceu Alves Jr., contém as peças que receberam as melhores cotações:
+ Confira as novidades do teatro no blog do Dirceu Alves Jr.
Kinky Romeo Excelente montagem! Já vi duas vezes, com a Bia Seidl e a nova atriz. E gosto mais da atriz que faz a Cândida agora (Patrícia Pichamone).
Sob a direção de Zé Henrique de Paula, a comédia de costumes de Bernard Shaw (1856-1950) centra-se na personagem-título (interpretada por Patricia Pichamone). Ela é a mulher de um abnegado pastor (Sergio Mastropasqua) que deveria se contentar em ser bela. Saiba mais.
Naziel Pedro Severiano Bom espetáculo..um drama marcado pela busca da infância e construção da infância pelos adultos . Essa fase da vida cheia de construções que vão...
Em 45 anos de teatro, a atriz Renata Sorrah transitou entre o clássico e o contemporâneo em um repertório irretocável. Sua trajetória continua coerente nesta montagem do drama do autor francês Joël Pommerat, que ela encena em parceria com os curitibanos da Cia. Saiba mais.
Fernando Bispo da Silva A relação delicada e conturbada entre o mestre Rodin e sua discípula Camille apresenta uma paixão enlouquecedora e demonstra uma identificação e...
Escrito por Franz Keppler, o drama traz à tona o relacionamento entre o escultor Auguste Rodin (1840-1917) e sua discípula Camille Claudel (1864-1943). Recém-chegada a Paris, Camille (Melissa Vettore) torna-se amante de Rodin (Leopoldo Pacheco). Saiba mais.
Daiane Pereira Brito O Tablado de Arruar coloca o público literalmente dentro do espetáculo. As pessoas acompanham o elenco em mudança de cenários, fato que deixa a tra...
Com tênues referências ao conto Bartleby, o Escriturário, de Hermann Melville, e ao romance Crime e Castigo, de Fiodor Dostoievski, o autor Alexandre Dal Farra criou o drama do grupo Tablado de Arruar. Saiba mais.
Camila Renato Borghi já deu um show como o Noronha em Os Sete Gatinhos, dirigido por Nelson Baskerville. Quero ver o que ele preparou nesta nova montagem.
Adaptado e dirigido por Johana Albuquerque, o romance de Nelson Rodrigues lançado em 1966 arranca interjeições de espanto da plateia em algumas cenas. Em tom de tragicomédia, a trama centra-se em Sabino (Renato Borghi), um rico industrial da construção civil, e sua adorada filha Glorinha (Diana Bouth). Saiba mais.
miguel barbieri jr Vi os dois filmes, mas a peça é ainda melhor. Caruso está ótimo, mas Erom Cordeiro surpreende mais. O texto é hipnótico e jamais cansa.
Gênero pouco explorado no teatro, o suspense tornou-se mais conhecido dos fãs do cinema e da literatura. Não à toa, a peça escrita pelo dramaturgo inglês Anthony Shaffer em 1970 já ganhou duas adaptações para as telas e, na cidade, só foi apresentada pelos atores Sérgio Viotti e Ney Latorraca em 1972. Saiba mais.
Vanda Chigo Fiorani Já assisti duas vezes e assistiria de novo. Muito bom! A gente sai leve do teatro.
Além de protagonizar e dirigir, Miguel Falabella fez a versão brasileira para o espetáculo de Michael Stewart e Jerry Herman. Lançado na Broadway em 1964, o musical traz Marília Pêra como Dolly Levy, uma viúva especialista em unir corações solitários. Saiba mais.
Com base em criação coletiva, o grupo Folias encena com muita inspiração os embates pessoais e intelectuais do físico e astrônomo italiano Galileu Galilei (1564-1642). Saiba mais.
Ambientado em uma área rural, o drama da Cia. Pessoal do Faroeste buscou elementos do romance O Estrangeiro, de Albert Camus, e da obra de Guimarães Rosa. Em uma pensão às moscas moram Cora (a ótima Juliana Fagundes) e a filha caçula, Belbelita (Thais Aguiar). Saiba mais.
Ester Laccava interpreta uma nordestina no monólogo dramático escrito por Alexandre Sansão. Ela tenta incansavelmente extrair otimismo de sua sofrida rotina e luta para driblar a esterilidade, a deficiência do filho adotivo e as mágoas do marido. Saiba mais.
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