Terraço Paulistano

Lucinha Mauro e Marco Antonio de Biaggi: meu vizinho, meu inimigo

Os dois foram sócios até 2007, quando cortaram relações após uma série de desentendimentos

Por: Alvaro Leme - Atualizado em

Lucinha Mauro e Marco Antonio de Biagg: Meu vizinho, meu inimigo 2170
“Ele não existe no meu mundo” (Foto: Fernando Moraes)

A socialite Lucinha Mauro e o cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi não querem se ver nem com os cabelos pintados de ouro. Foram sócios até 2007, quando cortaram relações após uma série de desentendimentos que culminou com a saída dela da empresa. Um novo round da picuinha começou no dia 15: Lucinha inaugurou um salão na Rua Estados Unidos, no Jardim Paulista, a 30 metros do MG Hair, onde Biaggi atende sua clientela.

Lucinha Mauro:

Por que abrir um salão bem ao lado do ex-sócio? Ali funcionava outro salão, por isso precisei reformar pouco. Comprei cadeiras, móveis, tudo deles. Funcionários do MG sempre me pediam para voltar ao mercado, pois não eram felizes. Ali, só o Marco tem chance de brilhar.

Quem vai brilhar agora? A cliente. Aqui não haverá cabeleireiro estrela.

Algum funcionário do MG vai trabalhar com você? Sim. Das 100 pessoas do salão, umas 25 vieram de lá.

Foi por implicância com Biaggi? Não guardo mágoas. O Marco simplesmente não existe no meu mundo. Quero apenas gerar empregos.

Marco Antonio de Biaggi:

Fernando Moraes
Lucinha Mauro: Meu vizinho, meu inimigo 2170
“Esse número 1 aqui ela nunca vai ter” (Foto: Fernando Moraes)
“Esse número 1 aqui ela nunca vai ter”

O que achou de a Lucinha abrir um salão vizinho ao seu? Querido, quando me falaram, eu disse “queeeeem?”. Ela anda bem sumidinha, por isso mal lembro que existe. Mas ela deve me ver muito, né? Nas colunas, revistas de celebridades...

Por que acha que ela escolheu esse ponto? Não deve ser fácil passar aqui na frente, ter sido sócia e ver que está fora desse sucesso. Continuo cada vez mais em alta. 

Ela afirma que 25 pessoas trocaram seu salão pelo dela.Imagina! Ela levou quatro assistentes daqui, e contratou gente que já tinha saído. Pode chamar quantos funcionários quiser. Esse número 1 aqui ela nunca vai ter.

Fonte: VEJA SÃO PAULO