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Kelly Key: “Me sinto livre quando canto para os gays”

Famosa por hits como “Cachorrinho”, cantora comemora dez anos de carreira com turnê que apresenta ao público paulistano neste sábado, na Bubu Lounge

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Kelly Key
Nas pistas: Kelly Key aposta em mistura de pop com música eletrônica em novo trabalho (Foto: Divulgação)

Desde o sucesso com “Baba” já se passou uma década. Aos 28 anos, Kelly Key comemora o aniversário de carreira com a turnê “Shaking”, que estreia para o público paulistano neste sábado, durante a festa Boyz, da Bubu Lounge.

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Shows em baladas não são o único foco da nova fase de Kelly Key, ainda que, nos últimos dois anos, não tenham faltado propostas para tocar em clubes GLS. “Me sinto livre quando canto para os gays”, comenta. Ela nega qualquer semelhança com Wanessa, que também largou as músicas adolescentes para abraçar o público gay com hits para a pista. “Nós somos poucas divas pop no Brasil e sempre há comparação”, afirma, negando que tenha assumido uma veia eletrônica. “Quero manter minha essência pop, mas misturá-la com o que está rolando agora.”

No segundo semestre, Kelly Key promete um álbum duplo, composto por um CD com músicas infantis e outro com releituras de antigos sucessos com remixes eletrônicos. “Ser pop tem a vantagem de não ter que se preocupar com estilinho.”

O show na Bubu tem duração de aproximadamente 40 minutos e conta com hits como “Barbie Girl” e “Escondido”, que, para a cantora, é surpreendentemente uma das mais celebradas pelo público.

O novo single “Shaking (Party People)”, que dá nome à turnê, é uma das músicas em inglês que Kelly Key incorporou ao seu repertório. “Se a Shakira canta em inglês, por que eu não posso?”

Confira abaixo o clipe do novo single de Kelly Key, "Shaking (Party People)":

Fonte: VEJA SÃO PAULO