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Força Sindical promove evento em comemoração ao Dia do Trabalho

Centenas de pessoas celebram o 1º de Maio na Praça Campo de Bagatelle

Por: Estadão Conteúdo - Atualizado em

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O público no evento (Foto: Jorge Araújo/Folhapress)

Trabalhadores se aglomeram na Praça Campo de Bagatelle, na Zona Norte, para as comemorações de 1º de Maio organizadas pela Força Sindical. Trechos da Avenida Braz Leme estão interditados em duas faixas. Além de apresentações musicais e sorteio de brindes, o ato também terá viés político, com destaque para a defesa da garantia dos direitos trabalhistas. Há dezenove carros de som no local. Os organizadores esperam a presença de cerca de 1 milhão de pessoas, mas não estimaram quantas já chegaram ao evento. A Polícia Militar só divulgará seus números à tarde.

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Devem marcar presença na manifestação parlamentares da oposição ao governo federal, que posicionaram-se a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, além de ministeriáveis de um eventual governo do vice-presidente da República, Michel Temer.

Organizado pela Força Sindical, o ato é um contraponto ao evento organizado por entidades ligadas ao governo e ao PT, marcado também para a manhã deste domingo, no qual são esperados a presidente da República, Dilma Rousseff, e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.

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Vaias a Marta Suplicy

A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) foi vaiada durante discurso no ato organizado pela Força Sindical. As vaias começaram quando a peemedebista, provável candidata do partido à Prefeitura de São Paulo, foi anunciada, e continuaram durante seu breve discurso. Marta disse que "o país tem jeito" e que há "uma luz no fim do túnel", em referência à possibilidade de o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumir a presidência.

"Daqui a dez dias teremos mudanças", disse a senadora, sobre a possível data da votação da admissibilidade do pedido de impeachment de Dilma Rousseff no Senado. Em caso de aprovação, a presidente será afastada do cargo por 180 dias, período em que o vice assume. Marta deixou o evento logo após o discurso, sem falar com a imprensa.

Fonte: VEJA SÃO PAULO