História

Museu fabril: indústrias fazem parte do passado e do presente da Mooca

Conheça algumas delas

Por: Jéssika Torrezan

Fábrica da Lorenzetti na Mooca
Dezenas de fábricas fizeram a história da Mooca: só a Lorenzetti e a Arno seguem em atividade (Foto: Divulgação)

Companhia de Calçados Clark

Fundada em 1904, chegou a produzir 20.000 calçados por mês e fechou as portas na década de 50. Em 1968, o prédio foi desapropriado e, dois anos depois, virou sede da Imprensa Oficial.

Arno

A companhia foi criada em 1940 e produzia motores elétricos. Em 1947, passou a fazer peças para automóveis. Pouco depois, começou a fabricar eletrodomésticos, ramo principal até hoje. Ainda está em atividade no bairro.

Fábrica Clark Mooca 2220a
Companhia Clark de Calçados: a empresa chegou a produzir 20 000 sapatos por mês (Foto: Divulgação)

 

Lorenzetti

Fundada em 1922, começou com quatro funcionários, que fabricavam parafusos. Permanece no mesmo local, agora com mais de 3.000 empregados. É líder em vendas de duchas, chuveiros elétricos e aquecedores a gás.

Companhia União dos Refinadores

Criada em 1910, foi desativada há cinco anos. Ali está sendo construído o condomínio Luzes da Mooca: a antiga chaminé, tombada no ano passado, será preservada.

Fábrica da União na Mooca 2220a
Companhia União dos Refinadores: a fábrica foi criada em 1910 e desativada há cinco anos (Foto: Divulgação)

Cia. Antarctica Paulista

O prédio que abrigava a Cervejaria Bavária foi comprado pela empresa em 1904. Há onze anos, a produção foi transferida para Jaguariúna. O local passa por um processo de tombamento pelo Conpresp.

Grandes Moinhos Gamba

Criado em 1910, foi desativado nos anos 60, e o prédio, tombado pelo Conpresp e pelo Condephaat, ficou vazio até virar uma boate, em 1994. Atualmente abriga o Moinho Eventos.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO