Gastronomia

Esfiha: três endereços especializados no salgado

Receita trazida por imigrantes libaneses EME meados do século XIX caiu no gosto do paulistano; conheça três locais famosos por suas esfihas

Por: Priscila Zuini e Marcela Besson - Atualizado em

Esfiha aberta ou fechada, tanto faz, é sempre uma delícia
Esfiha aberta ou fechada, tanto faz, é sempre uma delícia (Foto: Mario Rodrigues)

Trazida para o Brasil por imigrantes libaneses em meados do século XIX, a esfiha nasceu do costume das tribos nômades do Oriente Médio. Durante suas viagens, comidas simples e pouco perecíveis como o pão eram incrementadas com ingredientes achados no caminho. Nas versões aberta e fechada, as esfihas da Effendi, no bairro da Luz, seguem a tradição: massa fina, leve e sequinha. Vantagem: aqui os salgados vão direto para o prato, sem passar pela usual estufa. A esfiha aberta de queijo com brastrmá, carne curada típica da Armênia, sai por R$ 3,50. Também no centro, a Casa de Esfiha Tahine capricha na massa fina. Com preços que variam de R$ 1,50 (carne) a R$ 1,90 (escarola), o salgado ganha um toque de tahine, pasta feita de gergelim, zátar e pimenta síria. A rede Jaber também é ponto certo para comer o quitute. São seis tipos de recheio na versão fechada (carne, queijo, palmito, escarola, frango e calabresa; R$ 3,80). Entre as abertas, a de coalhada e pinhole custa R$ 4,00.

Fonte: VEJA SÃO PAULO