Entrevista

Meu estilo: Emannuelle Junqueira

Estilista de vestidos de noiva elege seus lugares preferidos em São Paulo

Por: Juliana Mariz

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A estilista Emannuelle Junqueira: Pinacoteca é um refúgio em São Paulo (Foto: Eduardo Svezia)

Noivas que adoram romance correm para o ateliê de Emannuelle Junqueira. Aos 35 anos, ela é responsável pelos branquinhos (e também manteiga, pó de arroz e beginhos) nada básicos, feitos com rendas francesas, bordados, cetins de seda, que as mulheres adoram desfilar sobre o tapete vermelho a caminho do altar da Nossa Senhora do Brasil.

Veja São Paulo — Um verão inesquecível.

Emannuelle Junqueira — Itacaré, na Bahia, é meu lugar do coração, mas a viagem que não esqueço aconteceu há um ano. Passei quinze dias com meu marido e meus filhos em Paris, vivendo como verdadeiros habitantes locais: comprando pão na boulangerie, tomando um café e vendo as pessoas passar.

Veja São Paulo — Seu fim de semana em São Paulo não é completo...

Emannuelle Junqueira — Se eu não estiver perto do verde. Vou muito a parques, e meu preferido é o Villa-Lobos.

Veja São Paulo — Qual é o melhor jeito de enfrentar o calor com classe?

Emannuelle Junqueira — Tomar um frozen yogurt de framboesa.

Veja São Paulo — E o melhor programa paulistano no verão?

Emannuelle Junqueira — Gosto muito de ir à Pinacoteca, ao lado do Parque da Luz. Ali é um refúgio em São Paulo.

Veja São Paulo — Um jeito de relaxar.

Emannuelle Junqueira — Colocar o pé na areia. Isso descarrega qualquer tensão.

Veja São Paulo — O que não pode faltar no guarda-roupa?

Emannuelle Junqueira — Várias regatas básicas de malha ou de seda. Uma das minhas marcas preferidas para essa peça é a Marni.

Veja São Paulo — Qual a melhor forma de matar a sede no verão?

Emannuelle Junqueira — Água de coco geladinha.

Veja São Paulo — Um restaurante, um prato e uma bebida que são a cara da temporada.

Emannuelle Junqueira — Gosto muito do Zena Caffè, que fica perto do meu ateliê. O steak tartare do Le Vin também é bem verão. E adoro tomar os sucos e chás do Maní.

Fonte: VEJA SÃO PAULO