Balada

David Guetta encerra o último dia do Tomorrowland Brasil

Festival de música eletrônica durou três dias no Parque Maeda em Itu

Por: Juliene MOretti

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Maior festival de música eletrônica no mundo aconteceu no Parque Maeda, em Itu (Foto: Lucas De Moraes /Futura Press/Folhapress)

O francês David Guetta foi o responsável por encerrar os três dias do Tomorrowland no Brasil. Maior festival de música eletrônica no mundo, o evento aconteceu no Parque Maeda, em Itu.

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Guetta, que apesar de ter pedido o posto de melhor DJ do mundo há alguns anos, provou em sua apresentação porque continua lotando os espaços por onde passa. Nesse domingo (3), o francês esqueceu a maioria dos seus hits e fez remixes de faixas também pops, porém de gêneros diferente, como Fancy, de Iggy Azalea, até Wonderwall, de Oasis. Esses elementos conquistaram o público, que levantou a poeira do parque e não arredou o pé de frente ao palco principal até o final, quando Guetta chamou o coro com seu sucesso-mor Titanium.

Maratona musical

O festival belga Tomorrowland é conhecido por criar durante três dias um mundo mágico com cenografia caprichada e um line-up com os DJs mais populares do mundo. Nesta primeira edição brasileira, não foi diferente. Passaram por lá Hardwell, Steve Aoki, Armin van Buuren e por fim, Guetta.

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Apesar com algumas falhas na organização, como a chegada até o parque, filas enormes, em especial o segundo dia; e o fato d a equipe de apoio não conhecer os detalhes do festival (o staff raramente sabia dar informações corretas), ao entrar no parque o público praticamente esquecia os problemas. Assim como ignorava o valor do token, fichas que serviam de moeda. Cada uma custava 5,55 reais, mas era preciso comprar, no mínimo, uma cartela com nove unidades, que custava 50 reais.

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O bilhete não demorava a ser consumida, já que o chope custava duas fichas e o Tomorrowland Burger Bacon, o mais caro da edição, seis unidades.

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A vantagem ficou para as 20 000 pessoas que ficaram acampadas no local. Sem chuva, os visitantes acabaram sofrendo mais com o frio da madrugada e o calor de 30ºC pela manhã. Não era raro ver gente com o colchão para fora da barraca.

Entre os pontos negativos do acampamento, os frequentadores apontaram as filas, incluindo a do banho masculino, e a falta de informação, especialmente para os estrangeiros, já que não havia staff na área de orientação que falasse inglês. Dos positivos, o público entrou no clima do festival. Os acampados têm até segunda (4) para fazer o checkout.

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Segundo a organização, o evento voltará a acontecer no próximo ano, nos mesmos moldes, ainda sem data marcada.

Fonte: VEJA SÃO PAULO