Mundo dos shoppings

Conheça o sistema de sinalização para consumidores dos principais shoppings de São Paulo

Áreas enormes, lojas para todos os lados e um mundaréu de gente andando para lá e para cá. Com o objetivo de orientar, todo shopping tem seu plano de sinalização, que normalmente inclui placas, totens, terminais de computador e balcões de informação

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Aricanduva

Avaliação: muito boa (4 pontos)

Cada corredor foi batizado com um nome diferente, assim como os três acessos principais (chamados de Aricanduva, Vila Matilde e Penha), o que facilita muito a orientação do cliente. Placas direcionam para saídas, cinemas, praça de alimentação e banheiros. Totens com listas de lojas próximas ficam em pontos estratégicos. Nos acessos Aricanduva e Penha, terminais de computador facilitam a busca pelas lojas.

Iguatemi

Avaliação: muito boa (4 pontos)

Há um balcão de informações com duas atendentes ao lado de uma das rampas da entrada principal. Placas bem localizadas apontam as principais direções (elevadores, banheiros e saídas) e totens indicam as lojas existentes em determinados trechos.

Pátio Higienópolis

Avaliação: muito boa (4 pontos)

Cada piso é identificado por um nome (Buenos Aires, Veiga Filho, Pacaembu, Higienópolis, Vilaboim e Praça de Alimentação), o que ajuda a memorização. Na saída de cada escada rolante, um mapa enumera as atrações do andar. Em alguns pontos, totens listam as lojas existentes naquele trecho e placas indicam localização de saídas, banheiros e estacionamentos.

Eldorado

Avaliação: boa (3 pontos)

Em um grande balcão de informações no térreo, atendentes fornecem folhetos com a localização das lojas e, pelos corredores, outras funcionárias tiram dúvidas dos clientes. Placas de sinalização confusas e mal distribuídas atrapalham o passeio. Um mapa em cada andar informa as atrações do piso.

Anália Franco

Avaliação: razoável (2 pontos)

Placas apresentam os andares como Térreo, 1º (Piso Orquídea), 2º (Piso Tulipa), 3º (G4 — Estacionamento) e 4º piso (G5 — Estacionamento). Essa ordem é diferente no elevador. Quem aciona o terceiro andar, por exemplo, desce no Piso Tulipa (oficialmente indicado como 2º andar), diferença suficiente para confundir muita gente. Em cada andar, um mapa com a lista de lojas facilita a orientação e funcionárias uniformizadas auxiliam os clientes.

Center Norte

Avaliação: ruim (1 ponto)

Cada entrada conta com um mapa do shopping acompanhado pela relação de lojas. Mesmo para quem está habituado a usá-lo, localizar algo é tarefa difícil. Não consta sequer a informação básica: "Você está aqui!". Outro problema: nos acessos, não existe identificação para orientar o cliente na hora da saída.

Ibirapuera

Avaliação: boa (3 pontos)

Placas fornecem orientações gerais (como direção de banheiros, elevadores e saídas) e informam as lojas existentes em um trecho específico. Terminais de computador em alguns pontos ajudam na orientação.

West Plaza

Avaliação: ruim (1 ponto)

Composto de três edifícios interligados por passarelas, o shopping tem um percurso confuso e a sinalização não soluciona essa deficiência arquitetônica. Placas informam a localização de cada bloco, saídas, banheiros e elevadores. Não é suficiente. Faltam mapas detalhados com as lojas de cada andar e um balcão de informações. Segundo lojistas, funcionárias vestidas com uniformes laranja circulam pelos corredores para orientar os clientes. Em quatro horas de visita, Veja São Paulo não encontrou nenhuma atendente com esse perfil.

Villa-Lobos

Avaliação: razoável (2 pontos)

Placas informam o básico: direção de banheiros, saídas e elevadores. O balcão de informações fica no subsolo, quase escondido. Seguranças assumem a função de orientar o público, mas nem todos sabem as respostas sobre localização de lojas. Na entrada principal do shopping, um enorme totem indica alguns destaques de cada andar.

Morumbi

Avaliação: boa (3 pontos)

Informações restritas à direção dos sanitários, cinemas e praças de alimentação. A deficiência é compensada pela presença de funcionárias, escaladas para orientar os clientes. Elas usam rádios para recorrer à central do shopping caso não saibam a localização da loja procurada.

Fonte: VEJA SÃO PAULO