A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2156

- Atualizado em

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(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Ronaldo (capa)               40%

25 de Março                     20%

Ivan Angelo                      12%

Avenida Paulista               7%

Inspeção veicular              7%

Outros                               14%

Ronaldo

Sou corintiana e admiradora de Ronaldo, mas achei péssima a maneira como ele disse se comportar quando dirige por São Paulo (“Na cola do craque”, 17 de março). Ídolos como Ronaldo possuem o dom de ter imitadores de suas atitudes, e já temos jovens demais envolvidos em acidentes de trânsito. Sugiro ao jogador que, em vez de perguntar aos seus seguranças, questione a nós, torcedores da Fiel, se gostaríamos de vê-lo “com ou sem emoção” em campo, demonstrando seu talento para fazer muitos gols e trazendo títulos para seus admiradores.

FANY MARIA GRANATA DELALIBERA

Belo exemplo nos dá o Fenômeno ao dirigir de forma irresponsável no trânsito caótico de São Paulo. Espero que a fiscalização cumpra sua parte, não só no caso do craque, mas também em relação a todos aqueles que barbarizam esta já castigada cidade. A torcida e os paulistanos agradecem.

CARLOS BRUNI FERNANDES

A repórter flagrou Ronaldinho por sete vezes passando em sinal vermelho. Infração gravíssima, com multa e sete pontos na carteira em cada uma das ocorrências. Perguntar não ofende: o craque recebeu os 49 pontos e teve sua habilitação cassada como todos os pobres mortais?

ARQUIMEDES PESSONI

25 de Março

A revista presta um grande serviço ao fazer matérias como essa “Tomara que dure” (17 de março). A queda de 33% dos furtos na região da Rua 25 de Março é significativa. Demonstra que basta haver atuação da polícia que a criminalidade cai. O ideal seria que tivéssemos serviços públicos de qualidade, compatíveis com os impostos que pagamos, e que não são poucos. Se assim fosse, certamente não haveria tantos ambulantes nem tanta pirataria. Ambos são consequência da falta de bons empregos e da alta carga tributária. Vamos torcer para que esse tipo de serviço continue e se amplie para outros centros comerciais.

FRANCISCO RODRIGUES LIRA

A região tem a maior concentração de policiais por metro quadrado já vista no mundo. Ficam no ar algumas perguntas. Por exemplo: o que foi feito daqueles ambulantes irregulares que saíram da Rua 25 de Março? Será que abandonaram a atividade ou migraram para outras regiões? Como faremos para ter o mesmo tipo de proteção nos principais pontos de vulnerabilidade da nossa cidade? Será preciso que a prefeitura pague por esse tipo de serviço para que a Polícia Militar atue com a mesma eficácia na rua onde moro? Ou será que esse tipo de privilégio é apenas dos lojistas que se instalaram naquelas regiões contempladas pela prefeitura?

MARCOS DELGADO

A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo pode, sim, apreender mercadorias, tem armamento e vinha fazendo trabalho hercúleo, visto que nos melhores dias contava com apenas 30% dos policiais militares que agora fazem esse patrulhamento. Os guardas civis que vigiam a região central têm em seu poder sacos e lacres para a realização dessa tarefa. A prefeitura deprecia visivelmente esses profissionais ao legalizar o chamado bico para os policiais militares e ao dar todo o aparato operacional, impedindo que a guarda realize o trabalho para o qual foi preparada.

MARIA DE LOURDES MOREIRA

Mistérios da Cidade

Por que a prefeitura não cria multas específicas para a regularização imediata dos imóveis comerciais, facilitando a obtenção do Certificado de Regularização e a consequente expedição do alvará de funcionamento (“Sem data para reabrir”, 17 de março)? Muitos negócios são fechados ou impossibilitados de funcionar, aumentando o desemprego e reduzindo a arrecadação para a cidade.

ANA MARIA CANHISARES

Ivan Angelo

Fiquei emocionada com a crônica “Mão na massa” (17 de março), pois não sabia que o capitão fazia parte de tantas infâncias como fez da minha. Era muito bom quando minha mãe juntava todos os restinhos numa só panela, punha um pouco de farinha, e aí a gente podia fazer o nosso bolinho exatamente como Ivan Angelo descreve. Tempo difícil e pobre aquele, mas sem ele nossa história não seria tão rica, com tanto para contar e recordar.

NILCÉA LOPES SANTOS DE PAULA

Ao ler a crônica, recordei-me de quando meu marido relembrava sua infância, contando aos nossos filhos sobre os momentos em que sua avó, caiçara do Litoral Norte, reunia os netos e, carinhosamente, preparava com os dedos os bolinhos de capitão, feitos apenas com feijão e farinha. Naquelas ocasiões, não era apenas um bocado de feijão e farinha, mas uma expressão de amor.

SONIA DE SOUZA BICHIR

A última crônica de Ivan Angelo sensibilizou- me bastante. Concordo com ele: cada cultura na sua. O que nos parece deselegante é, para outros, natural e saudável.

CARMEN LÚCIA S. NAVARRO LOPEZ

NACIONAL CLUB ESCAPA DO LEILÃO

Nacional Club conseguiu impedir que a sua sede, uma mansão dos anos 40 localizada no bairro do Pacaembu, fosse vendida. O imóvel, avaliado em 13 milhões de reais, deveria ter ido a leilão no último dia 11 para o pagamento de dívidas com a Sabesp (“Os anos dourados se foram”, 24 de fevereiro). A direção do clube conseguiu chegar a um acordo com a companhia de saneamento. Ficou acertado que ela pagará 99 parcelas mensais de 2 152,49 reais. A previsão de término da quitação é maio de 2018. “Mais uma vez, conseguimos salvar o Nacional”, comemora o presidente Adauto Rocchetto.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO