A opinião do leitor

Cartas da edição 2460

Por: Veja São Paulo

Capa 2459 - 01
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› Litoral

As praias do estado por certo oferecem muitas atrações, que valem ser experimentadas (“Os hits do verão no litoral em 2016”, 6 de janeiro). E que levam à repetição, pois os profissionais que atuam nessa área são competentes e criativos. Uriel Villas Boas

› Terraço

O ex-jogador Roberto Carlos, hoje treinador de futebol na Índia, agora sabe que não é só mulher traída que entrega a vida privada de quem pisa na bola (“Dívida com o guarda-costas”, 6 de janeiro). Abel Pires Rodrigues

Conforme as previsões da astróloga Maricy Vogel para as eleições municipais de 2016 (“Mapa astral dos prefeitáveis”, 23 de dezembro), tudo indica que São Paulo terá novamente um prefeito homem. Puxa, até os astros são machistas! Fausto Ferraz Filho

› Saúde

É vergonhoso ver em pleno século XXI a impotência e o descaso do poder público no combate ao mosquito (“Repelente esgotado”, 23 de dezembro). Não bastasse o temor ao Aedes aegypti, os que moram próximo ao Rio Pinheiros são obrigados aconviver com os pernilongos, que também causam danos à saúde e à tranquilidade. Enquanto isso, a prefeitura não toma nenhumaprovidência. Mauro Asperti

› Retrospectiva

Gostaria de comentar a capa da última edição de 2015 da Vejinha (“2015: o ano em que não perdemos a piada”, 30 de dezembro). Lamentavelmente, o brasileiro em geral não reclama. Aceita vários absurdos e, ainda por cima, faz com que virem piada. Na minha opinião, a diminuição da velocidade para inadmissíveis 50 quilômetros por hora na cidade e o aumento escandaloso da quantidade de radares e das multas não deveriam ser alvo de brincadeiras, mas sim de protestos, de mobilização contra a penalização que está sendo imposta aos paulistanos. Em vez de transformarmos tudo isso em piada, por que não buscamos formas de protestar, de nos defendermos? Álvaro Cerqueira dos Anjos

› Ivan Angelo

A crônica “Coxinha!” (6 de janeiro) traz uma triste e atual realidade. Também eu já fui, algumas vezes, chamada de “coxinha”. E assim, tal qual o cronista Ivan Angelo, corri a rastrear a lógica para o termo. Infelizmente, esses que pensam estar ofendendo nem sequer sabem o significado de tal “ofensa”. Saem pelas ruas, e pela internet, a repetir aquilo que lhes disseram para gritar a todo aquele que lhes pareça uma pessoa “certinha”, “arrumadinha”. A inversão de valores é, propositadamente, implantada naqueles que carecem de informações mais precisas, na tentativa de acabar com tudo o que possa parecer uma ameaça aos governos corruptos. Quando esse povo sofrido acordar, poderá ser tarde demais. Mirna Machado

Belíssimo texto do escritor, merecia ser lido em rede nacional e em horário nobre (“Boas Festas”, 23 de dezembro). Todos os brasileiros, inclusive os políticos, deveriam ouvir. Marisa Miguel Sampietri

Amo você, Ivan Angelo, amo sua escrita, sua maneira de adivinhar nossos sentimentos e pensamentos. O texto “Boas Festas” cumpriu todos os papéis. Frineia Antunes da Silva

Magnífica crônica de “Boas Festas” do Ivan Angelo. Tenho certeza de que, infelizmente, faltou espaço para muitos outros “ques”. Éramos assim; o que aconteceu com as pessoas? Por que deixamos tudo isso acontecer?; quais motivos nos levaram a aceitar tudo isso como cordeiros? Temos de reverter esse quadro participando ativamente de reformas morais, sociais e políticas. Obrigado pelo presente, não poderia ser melhor. Walter Donizetti Venicio

Fonte: VEJA SÃO PAULO