A Opinião do Leitor

Cartas da edição 2366

Por: Redação VEJA SÃO PAULO

Ela ri por último
A capa da edição do último dia 26 de março (Foto: VEJA SÃO PAULO)

› Ticiane Pinheiro

A cada dia, Ticiane Pinheiro rompe mais seu cordão umbilical e demonstra a que veio (“Ela ri por último”, 26 de março). Dona de um talento ímpar e de um carisma incomum, ela não é só conhecida por ser a filha da garota de Ipanema ou ex-mulher do Roberto Justus. Seja na passarela, seja em seu programa na televisão,Ticiane agora tem identidade própria e quebrou de vez seus paradigmas. Ruvin Ber José Singal

A reportagem sobre Ticiane Pinheiro é, no mínimo, desnecessária. Pobre menina rica, que fatura 100 000 reais por mês, fora merchandising, participação em eventos e, certamente, pensão do ex-marido. Com certeza é muito triste ser filha da garota de Ipanema, ex-mulher do Roberto Justus, atual namorada do César Tralli e ter um closet cheio de marcas caras. Rita Leão

› Ceagesp

Frequento a Feira de Plantas e Flores da Ceagesp há muitos anos (“Fim de feira na Ceagesp”, 26 de março). No dia 28 de janeiro fui até lá e estranhei o fechamento da entrada da Marginal Pinheiros. Comprei pouco, mas, como a distância até o carro ficou maior, os carregadores pediram 20 reais (era 15 reais). O lugar está abandonado e querem cobrar estacionamento? Paciência tem limite. Janet Sanchez

Chama atenção que um sobrinho do ex-presidente Lula ocupe um cargo na Ceagesp ganhando mais de 16 000 reais. Qual a qualificação dele, além do parentesco? E, ao que parece, não é muito assíduo. Alexandre Fontana

As cenas de violência se repetem, agora em um ícone da capital. É impossível conter a tristeza ao constatar que a Ceagesp se tornou um cabide de emprego para pessoas sem ligação afetiva com a cidade. Só pensam em seus interesses. Vera Augusta Vailati Bertolucci

› Animais

Adoro bichos, mas não acho que o lugar deles seja passeando no shopping (“Vida de cão no shopping”, 26 de março). A menos que o estabelecimento providencie um batalhão de “limpadores de caca” atrás de cada cachorrinho. Há alguns meses, ao sair de uma loja, quase caí depois de escorregar numa pequena montanha de fezes. Reclamei e a moça da loja em frente disse que aquilo era comum. Ou seja, os donos ignoram quando o cachorro faz cocô e xixi, e a administração do local não está nem aí. Deixem os totós em casa, madames! Margarete de Moraes

Grande parte dos frequentadores do shopping reside em Higienópolis, bairro conhecido pelo alto poder aquisitivo dos moradores e pela alta densidade demográfica canina. É natural que os cães acompanhem seus donos no passeio pelo estabelecimento. Frequento o local desde sua inauguração e não me lembro de ter visto dejetos. Se há pessoas incomodadas, sugiro que procurem outros shoppings. Em tempo: a acidentada poderia ter escorregado em algum lixo deixado por humanos. Ligia Rabello de Almeida

› Queijos

Adorei o artigo sobre os novos queijos na capital paulista e certamente farei um tour de degustação (“Tão bons quanto os mineiros”, 26 de março). Mas, acima de tudo, gostaria de agradecer à professora Heloisa Collins, que nos deu um belo exemplo: a vida não termina quando nos aposentamos. Sandra Mary Stevens

› Memória

Meu avô também veio da Ucrânia por volta de 1890, e adquiriu um imóvel na Vila Alpina quando chegou (“A Ucrânia paulistana”, 26 de março). É o local onde hoje eu moro. A maioria das pessoas que permaneceram aqui é de descendentes. Os vizinhos brasileiros costumavam chamar os imigrantes de “russos”, sem perceber o equívoco. Ver que somos parte dessa história é indispensável para entender a complexidade do que ocorre na Crimeia. Alexandra Witzke

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Fonte: VEJA SÃO PAULO