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Cão Véio investe na temática canina e tem trilha sonora de rock

Entre os atrativos estão ainda um cardápio de pratos e petiscos do chef Henrique Fogaça e bons rótulos de cerveja

Por: Marcelo Cobra - Atualizado em

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O ambiente externo e o trio à frente do Cão Véio: bar deve inagurar oficialmente em fevereiro (Foto: Divulgação)

Nos últimos dias, quem circulou pela Rua João Moura, em Pinheiros, deve ter notado um burburinho na altura do número 871. No mesmo ponto onde funcionava a filial do Kebabel, especializada no sanduíche árabe enrolado no pão pita, o trio formado pelo chef Henrique Fogaça, o promoter Kichi e o músico Badauí, do CPM 22, abriu o bar Cão Véio [telefone: (11) 4371-7433], que está funcionando em esquema de soft opening até o começo de fevereiro, quando deve ser a inauguração oficial. "Estamos trabalhando com 60% do cardápio", diz Fogaça, também à frente a cozinha do Sal Gastronomia, em Higienópolis.

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Sob o lema "alta fidelidade até o osso", a casa de 120 metros quadrados, com quarenta lugares, tem decoração temática canina e exibe imagens de cães nas paredes. A influência se estende ao cardápio do almoço, no qual aparecem sugestões batizadas com raças de cachorros. O husky siberiano, por exemplo, é um filé de pargo ao sour cream servido na companhia de crostini de arroz. Reduzido, o menu vai listar apenas quatro pratos por semana, numa faixa entre 23 e 26 reais. Eles também poderão ser solicitados em esquema executivo, com acréscimo de salada e sobremesa, a R$ 35,00. "Quero servir comida simples e barata", acrescenta o cozinheiro. Após as 16h, têm vez petiscos a exemplo da costelinha de porco ao molho picante, chamada de espírito de porco.

Para curtir a trilha sonora, voltada para o rock e suas vertentes, a clientela tem à disposição uma carta de cervejas assinada por Eduardo Passareili, com quarenta rótulos. Entre as opções nacionais, aparecem a Amazon Beer Taperebá Witbier, de Belém (PA), e a Green Cow, da Seasons (RS). Drinques à base de uísque Jack Daniel's e clássicos como o manhattan completam o acervo etílico, que poderá ser provado até a 0h, quando toca um sinal encerrando as atividades do bar.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO