Abastecimento

Cantareira chega a 10,7% e deixa segunda cota do volume morto

Reservatório registra alta de 0,1 ponto percentual nesta terça-feira. Guarapiranga e Rio Grande veem seus níveis baixar

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Cantareira
Represa de Joanópolis, que compõe o Sistema Cantareira (Foto: Luis Moura/WPP/Folhapress)

Embora algumas regiões da cidade de São Paulo tenham sido atingidas por um temporal na tarde de segunda-feira (23), a precipitação nos reservatórios que abastecem o estado foi baixa. O Cantareira, onde não houve registro de chuva, o nível subiu 0,1 ponto percentual, elevando a capacidade para 10,7%.

Com o novo patamar, o reservatório, segundo a Sabesp, terá recuperado a segunda cota do volume morto e passa a utiliza a primeira, que vai até 18,5% do nível total. O sistema voltará a operar com seu volume útil quando atingir 29,2% (10,7% da segunda cota do volume morto + 18,5% da segunda), de acordo com a companhia.

A Sabesp passou a usar a segunda cota da reserva técnica em novembro de 2014. Esse volume, com 105 bilhões de litros, duraria até março caso as chuvas permanecessem abaixo da média. Em fevereiro, no entanto, o índice pluviométrico no Cantareira superou a média histórica de 199,1 milímetros. O acumulado até agora é de 266,5 milímetros.

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O outro reservatório que registrou aumento foi o do Alto Cotia, que passou de 36,4% para 36,7%. Já os sistemas Guarapiranga, Rio Grande viram seus níveis baixar. O Guarapiranga foi de 57,5% para 57,4% e o Rio Grande, de 83,4% para 83,1%.

Alto Tietê e Rio Claro ficaram estáveis, em 18,3% e 35,4%, respectivamente. 

Fonte: VEJA SÃO PAULO