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Campos do Jordão sedia Festival Internacional de Cinema

Estreia terá programação voltada à comédia e homenagens a Marilyn Monroe e Mazzaropi

Por: Bruno Machado - Atualizado em

A Delicadeza do Amor
"A Delicadeza do Amor": nova produção com Audrey Tautou abre I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão (Foto: Divulgação)

Em meio à polêmica sobre o recente cancelamento do Festival de Cinema de Paulínia, começa na sexta-feira (27) a primeira edição do I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão, também no interior paulista. O evento conta com curadoria de André Sturm, diretor do Museu da Imagem e do Som, que teve de escolher entre 150 títulos inscritos. O resultado é uma programação voltada para a comédia.

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A competição contará com títulos nacionais e internacionais já conhecidos do público. Filmes como “A Novela das Oito”, de Odilon Rocha; “Família Vende Tudo”, de Alain Resnais; “Habemus Papam”, de Nanni Moretti; “Um Conto Chinês”, de Sebastián Borensztein; e “Meia Noite em Paris”, de Woody Allen, poderão ser vistos (ou revistos) em sessões gratuitas.

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Entre as atrações inéditas, o festival exibirá o documentário nacional “Vou Rifar Meu Coração”, de Ana Rieper, e o italiano “A Primeira Coisa Bela”, de Paolo Virzi. A abertura fica por conta de “A Delicadeza do Amor”, de David Foenkinos e Stéphane Foenkinos. O filme é protagonizado por Audrey Tautou, de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001).

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Programas paralelos

Além da competição, o festival apresentará programas paralelos como um tributo a Amâncio Mazzaropi (1912-1981), com a exibição de uma retrospectiva dos melhores filmes do comediante, além de uma homenagem ao cinquentenário de morte de Marilyn Monroe (1926-1962), com a exibição do clássico “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), de Billy Wilder.

Um programa com 16 comédias infantis será apresentado a 14.000 alunos da rede pública de ensino de Campos do Jordão. O público também poderá participar de oficinas e debates com o curador, Sturm, e os cineastas Antônio Leal e Henrique de Freitas Lima, que vão discutir a produção audiovisual brasileira e a importância da realização de festivais de cinema pelo país.

Fonte: VEJA SÃO PAULO