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Cage The Elephant se joga na galera do Lollapalooza

Banda foi atração do festival na tarde deste sábado (7)

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Cage The Elephant
Matt Schultz, o vocalista do Cage The Elephant: show de animação no palco (Foto: Adriano Conter)

Quem esperava que Dave Grohl, do Foo Fighters, fizesse uma aparição no show do Cage The Elephant como aconteceu na edição de Chicago do Lollapalooza ficou a ver navios na versão brasileira do festival, mas em compensação viu um show de animação da banda de Seattle – com direito a duas mergulhadas na plateia do vocalista, Matt Schultz.

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O grupo subiu pontualmente às 15h no palco Butantã. O sol a pino castigava a plateia, mas o calor não impediu o público de pular e bater palmas animadas para acompanhar o ritmo de canções dos dois álbuns da banda - “Cage The Elephant” (2008) e o mais recente “Thank You Happy Birthday” (2011). No repertório, marcaram presença hits como “Ain’t No Rest For the Wicked” e “Shake Me Down”.

Quem sofreu foi a galera do fundo, que não ficou muito contente por causa da intervenção das batidas eletrônicas que vinham do palco Perry, localizado ao lado do Butantã, onde o Rhythm Monks tocava. Para completar, quem ficava mais para o fundo do lado esquerdo do palco sentia um desagradável cheiro vindo dos banheiros químicos colocados ali.

Animação da plateia 1
Plateia empolgada: o vocalista Matt se jogou duas vezes na galera (Foto: Adriano Conter)

Já na segunda música, Schultz desceu do palco, se apoiou na cerca que o separava da plateia e se jogou. O público, em euforia, engoliu o vocalista, que continuou cantando no meio da galera. Com dificuldade, ele retornou ao seu posto. “Nunca fui tão violado”, brincou.

Matt Schultz se jogou na galera
Cage The Elephant: plateia engoliu o vocalista (Foto: Adriano Conter)

Não contente com a primeira investida, Schultz voltou a se aventurar na galera, mas não sem antes dar uma espécie de “aula” sobre como ele deveria ser carregado pela multidão e não ser engolido por ela. Não deu muito certo, é claro. Ele até chegou a ficar de pé, segurado por fãs, mas logo sumia.

Sua aventura em meio ao público foi tão longa que a banda até desistiu de esperá-lo e saiu do palco. Após conseguir uma bandeira do Brasil de um dos fãs, o vocalista fez uma corridinha, dando a mão para quem estava na grade e sumiu atrás do palco.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO