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Cães e gatos também podem ter planos de saúde

Os donos pagam um valor mensal para usufruir dos serviços de clínicas e laboratórios credenciados

Por: Carolina Giovanelli

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Animais também podem ter plano de saúde (Foto: Getty Images)

Cães e gatos também podem ter planos de saúde. Os donos pagam um valor mensal para usufruir dos serviços de clínicas e laboratórios credenciados. Duas das principais empresas por aqui são a Petplan, com planos entre 49 e 109 reais, que incluem microchipagem e auxílio para cremação ou sepultamento na hora da morte, e a Mister Saúde Animal, com custo de 35 a 96 reais.

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O esquema evita grandes sustos na conta. É preciso ficar atento, porém, para carências e procedimentos que não são reembolsáveis. Antes da contratação, o bichinho passa por uma avaliação de seu estado de saúde. Idade, raça e até peso podem influenciar no preço do serviço.

Os clones do Nemo

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(Foto: Fernando Moraes)

Em 2002, o biólogo Cássio Ramos, de 29 anos (foto), iniciou, por hobby, no quintal de sua casa na Vila Romana, uma produção de peixes-palhaços (a mesma espécie do protagonista do filme Procurando Nemo). Hoje, cria 1 000 deles por mês e os vende para lojas do Brasil inteiro. Com preços entre 45 e 800 reais, são sempre listrados. E não apenas laranja, mas também pretos, vermelhos, amarelos... “São alimentados com ração e um patê de frutos do mar que eu mesmo faço, de camarões, mexilhões e lula”, explica Ramos. Ele também importa outros peixes raros, em volume de 2 000 exemplares por mês, com custo de até 3 000 reais. É possível comprar alguns em www.arydospalhaços.com.br.

Eu e meu pet

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(Foto: Fernando Moraes)

Há seis anos, a analista de comércio exterior Patricia Gabrilli de Godoy passeava por uma pet shop e deu de cara com dois porquinhos-da-índia. Foi paixão imediata. Hoje, em seu apartamento em Pinheiros, moram Lino e Peto, ambos de 3 anos e meio. Custaram apenas 25 reais cada um, mas dão despesa e trabalho aos montes. “Preciso levá-los para lixar os dentes no veterinário quase anualmente, pois não param de crescer e dificultam a alimentação”, diz. Nas refeições, encaram jiló, cenoura, capim, couve, maçã e cereja, entre outras coisas. A dupla é brigona (quando um desses animais fica agitado, faz um som parecido com o de uma cuíca). Por isso, Lino e Peto precisam viver separados, cada um em sua casinha.

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“Isso não é água de torneira, é?” (Foto: Ruce Eric Kaplan / www.cartoonbank.com)

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Fonte: VEJA SÃO PAULO