Restaurante

Baruk apresenta fartura árabe em forma de rodízio

Entre as opções do menu estão porções de miniquibes, as clássicas saladas de tabule e o charutinho. Para sobremesa, sorvete de canela é boa pedida

Por: Arnaldo Lorençato - Atualizado em

Baruk
(Foto: Divulgação)

A rica culinária árabe entrou na vida dos irmãos Denise e Gustavo Batistel pelas mãos da madrinha do rapaz, a filha de libaneses Lilian Chueri. Encantados por essas receitas saudáveis e cheias de aromas desde pequenos, eles decidiram fazer do gosto de infância um negócio. Em outubro do ano passado surgiu o Baruk, casa de ambiente agradável e mesas distribuídas pelo térreo e pelo mezanino. Para tocar a cozinha, os empresários convidaram o chef cearense José Cândido da Silva, que trabalhou no Farid, um restaurante de Salvador.

Pedir o vantajoso rodízio típico (R$ 25,90), composto de vinte itens, é a melhor maneira de provar os pratos. Algumas das opções merecem retoque, caso do charuto de repolho faltando sal, da esfiha de zátar um pouco dura e do arroz de lentilha um tanto oleoso. Por outro lado, o trio de coalhada seca, homus e babaganuche chega à mesa delicioso e acompanhado de pão sírio quente.

Recendendo a especiarias, a porção de miniquibes tem casca crocante e recheio úmido. Aparece em versão fechada uma boa esfiha de mussarela, tomate e manjericão. As saladas são as clássicas tabule (salsinha, trigo e tomate) e fatuche (alface, pepino, rabanete, tomate-pera, semente de romã e pão sírio torrado).

Também não desapontam o quibe cru, o charutinho de folha de uva, a chacrie (cubos de maminha na coalhada), o michui de frango e a cafta de primeira. De sobremesa, escolhe-se sorvete de canela na calda de nozes ou coalhada fresca regada a calda de flor de laranjeira. À la carte, experimente a muhamara (pasta de pimentão vermelho com nozes; R$ 13,50).

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Fonte: VEJA SÃO PAULO