Bares

O concorrido bar. seduz com cozinha inventiva e deliciosos drinques

Novo endereço no Jardim Paulistano tem clima badalado e programação de música ao vivo

Por: Marcelo Cobra - Atualizado em

ambiente bar
O salão do térreo: badalação (Foto: Lucas Lima)

Cada vez mais gastronômica, a Rua Joaquim Antunes do lado do Jardim Paulistano não para de ganhar inquilinos. Depois de vários restaurantes, pinta por lá o primeiro representante boêmio. O bar. — assim mesmo, com “b” minúsculo e ponto final — impressiona pelo ambiente cheio de estilo, dividido em dois pisos.

Aberto no fim de janeiro, caiu nas graças da moçada endinheirada que gosta de ver e ser vista e circula pelo pedaço. Além disso, o lugar encanta pela versatilidade. Dá para se jogar na pista do 2º piso ao som de rock e música eletrônica ou curtir jazz e blues ao vivo na varanda aos domingos.

costela bar
Porco no molho de framboesa: R$ 43,00 (Foto: Lucas Lima)

A estrela da casa é a carta de bebidas, assinada pelo mixologista Márcio Silva, consultor de bares como o SubAstor e o La Maison Est Tombée. Da lista de drinques revisitados, prove o bramble de gengibre (R$ 27,00), feito com gim, licor Chambord, limão-siciliano e xarope de gengibre, que confere frescor à mistura. Há também pedidas autorais, caso do chamado mockingbird (R$ 25,00), inusitada combinação de pisco, licor de baunilha, purê de morango com maracujá, xarope de hibisco e essência de pêssego.

Quem não dispensa uma gelada encontra quatro rótulos de cerveja, entre eles o da belga Rochefort 10 (R$ 26,00), uma dark strong ale com aroma de frutas vermelhas.

bramble gengibre bar
Bramble de gengibre: R$ 27,00 (Foto: Lucas Lima)

Na cozinha, o chef Marcos Lee, que já trabalhou no espanhol eñe e no asiático Tantra, prepara sugestões criativas e de pegada mais contemporânea. Entre os exemplos está a lichia recheada de cream cheese com suave toque de wassabi (R$ 23,00), um tira-gosto de primeira. Ótima, a costela suína ao molho de framboesa (R$ 43,00) descansa vinte minutos no forno para ficar à pururuca. Chega à mesa ao lado de pão chinês cozido no vapor.

Fonte: VEJA SÃO PAULO