A Opinião do Leitor

As cartas da edição 2308

Por: - Atualizado em

No coração do Google paulistano
No coração do Google paulistano (Foto: VEJA SÃO PAULO)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS:

Ivan Angelo: 50%

Google (capa): 7%

Cachorros: 7%

Crack: 5%

Outros: 31%

Google

O Google realiza o sonho de quem quer trabalhar em uma empresa que está muitos anos à frente das outras (“O escritório dos sonhos”,13 de fevereiro). Por outro lado, a competição entre esses funcionários deve ser algo medonho, assim como o grau de exigência. De toda forma, conseguir uma vaga lá dentro é algo que deve proporcionar uma felicidade enorme. Espero que as cinquenta vagas se transformem em muitas mais e que todos aqueles que têm esse sonho possam realizá-lo. Trabalhar por prazer é difícil, mas ter prazer em trabalhar é divino.

Antonio José G. Marques

Empresas montam lugares perfeitos para trabalhar, cada vez mais semelhantes à casa dos funcionários ou a locais de convivência. Na realidade, tudo é parte de uma estratégia para fazer com que eles dediquem mais tempo a alcançar resultados, ficando, consequentemente, mais longe da família e dos amigos. Concordo que é importante tornar o ambiente de trabalho um local agradável. Só que mais importante ainda é haver uma separação entre os campos profissional e pessoal.

Régis Cestari

Animais

“Oh, my God!!” virou “Oh, my dog!!”, e assim nasceu uma nova religião. Lendo a reportagem “Creche boa pra cachorro” (13 de fevereiro), deu para entender o que é o ser humano: amai o próximo como a ti mesmo, au-au!

Herbert dos Santos

Muito boa a reportagem sobre as creches para pets. Já mandei minha cadela Jully da raça labrador para uma escola chamada Cão Bala, onde ela sempre foi muito bem tratada.

João Severino

Crack

A maioria dos dependentes químicosque habitam a Cracolândia não tem condição de decidir por internações para se livrar das drogas (“Retratos do desespero”, 30 de janeiro). Assim, os governos municipal e estadual deveriam primeiro tentar convencer essas pessoas a buscar tratamento, enviando uma equipe especializada em saúde e assistência social. A internação forçada deve ser o último recurso. E, quando essas internações se fizerem necessárias, que as clínicas estejam preparadas para proporcionar um tratamento correto e eficiente aos pacientes.

Antonio de Souza d'Agrella

Ivan Angelo

Tive o privilégio de ler a crônica “Somos todos vítimas” (13 de fevereiro), sobre o aumento exponencial de moradores de rua, atirados aos pés de viadutos. Ontem, quando voltava para casa, como de costume, eu e meu marido passamos pelo viaduto Jabaquara, na Zona Sul. Dois moradores de rua atravessaram a via de repente, passando bem em frente ao nosso carro. Por sorte,conseguimos desviar. Quase aconteceu um acidente. Ao chegar em casa, procurei algum número de telefone pelo qual pudesse buscar ajuda para casos como este. Nada consegui.

Claudia Viero Nora

Ivan, que belo texto! Moro nas imediações da Avenida Roberto Marinho, na Zona Sul, onde os zumbis estão sempre presentes. Há famílias com crianças pequenas e mulheres grávidas. Quando passo por eles, estremeço e sofro com a visão. Fico pensando em como nos acostumamos a ver essas cenas. O que fazer?

Luciana Braz Peixoto

As verdades que Ivan Angelo escreveu são um tapa na cara dos paulistanos. Questiono nosso lado bom. Será que o temos? Julgamos aqueles que vivem nas ruas, mas é trabalhoso demais estender a mão para ajudá-los. O máximo que fazemos é olhar com piedade e pensar: “Coitado, Deus me livre” ou “Ainda bem que não é um dos meus”. O ser humano é egoísta, mas também vítima. Vítima dos seus próprios sentimentos.

Tamires Ferreira

ESCREVA PARA NÓS

E-mail:vejasp@abril.com.br

Cartas:Caixa Postal 14110, CEP 05425-902, São Paulo, SP

As mensagens devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do remetente. Envie para Diretor de Redação, VEJA SÃO PAULO. Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente.

Atendimento ao leitor:tel. (11) 3037-2541

Sobre assinaturas:tel. (11) 5087-2112

Atenção:ninguém está autorizado a solicitar objetos em lojas nem a fazer refeições em nome da revista a pretexto de produzir reportagens para qualquer seção de VEJA SÃO PAULO.

Fonte: VEJA SÃO PAULO