2012 - Vencedor
Categoria Restaurantes cozinha contemporânea
Em revezamento na cozinha, o casal Helena Rizzo e Daniel Redondo faz deste um dos mais notáveis restaurantes da cidade. Tanto que conseguiu quebrar a invencibilidade do festejado D.O.M., de Alex Atala. A cada visita, percebe-se um requinte inusitado nos pratos, preparados com modernidade. Para começar o banquete, nada melhor do que o consomê de tomate clarificado com tamarillo, miniburrata e manjericão, de gosto delicado e persistente. No cardápio regular encontra-se a moqueca de peixe do dia ao dendê coroada por cubos de tomate e brotos de coentro. De sobremesa, o doce da lama ao caos revela-se uma surpreendente compota de berinjela mais coalhada de leite de cabra, pistache, lima-da-pérsia e sorvete de gergelim. Versão mais simples da degustação servida no jantar, o menu temporada muda a cada estação.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes melhor ambiente
Cada visita ao restaurante de Helena Rizzo e Daniel Redondo é uma prazerosa surpresa. O casal de cozinheiros empenha-se em criar novidades desafiadoras para os sentidos, que sempre acariciam o paladar. Ainda que mais raras, algumas têm um aspecto mais convencional, como a reinterpretação do polvo à feira na forma de um belisco do molusco espetado num palito com um cubo de batata ao aroma de páprica. Das entradas, o mil-folhas de beterraba recheado de chantili de anchova vem na companhia de um sorbet da própria raiz adocicada e salpicada de uma farinha de gergelim e castanha cumaru. Enriquecido por um sutil toque de pequi, o arroz de pato surge úmido, quase caldoso, com lascas saborosas da ave. Esses dois pratos também compõem o menu temporada, que inclui ainda as sensacionais ostras frescas trazidas de Santa Catarina sobre gelatina de pepino com pérolas de lichia feitas como sorvete em nitrogênio líquido de entrada. Na sobremesa, aparece um ninho feito de fios de mandioquinha e recheado de creme de coco ao aroma de puxuri, uma planta amazônica. Ao lado do marido, Helena expede um menu degustação somente no jantar. A carta de vinhos traz um francês da Borgonha que escolta bem diversos pratos. É o tinto Clos de Lupé 2007. O restaurante recebeu três indicações como o melhor do gênero do júri de VEJA SÃO PAULO e o casal obteve um voto na categoria chef do ano.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes chef do ano
Cada visita ao restaurante de Helena Rizzo e Daniel Redondo é uma prazerosa surpresa. O casal de cozinheiros empenha-se em criar novidades desafiadoras para os sentidos, que sempre acariciam o paladar. Ainda que mais raras, algumas têm um aspecto mais convencional, como a reinterpretação do polvo à feira na forma de um belisco do molusco espetado num palito com um cubo de batata ao aroma de páprica. Das entradas, o mil-folhas de beterraba recheado de chantili de anchova vem na companhia de um sorbet da própria raiz adocicada e salpicada de uma farinha de gergelim e castanha cumaru. Enriquecido por um sutil toque de pequi, o arroz de pato surge úmido, quase caldoso, com lascas saborosas da ave. Esses dois pratos também compõem o menu temporada, que inclui ainda as sensacionais ostras frescas trazidas de Santa Catarina sobre gelatina de pepino com pérolas de lichia feitas como sorvete em nitrogênio líquido de entrada. Na sobremesa, aparece um ninho feito de fios de mandioquinha e recheado de creme de coco ao aroma de puxuri, uma planta amazônica. Ao lado do marido, Helena expede um menu degustação somente no jantar. A carta de vinhos traz um francês da Borgonha que escolta bem diversos pratos. É o tinto Clos de Lupé 2007. O restaurante recebeu três indicações como o melhor do gênero do júri de VEJA SÃO PAULO e o casal obteve um voto na categoria chef do ano.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes cozinha contemporânea
Cada visita ao restaurante de Helena Rizzo e Daniel Redondo é uma prazerosa surpresa. O casal de cozinheiros empenha-se em criar novidades desafiadoras para os sentidos, que sempre acariciam o paladar. Ainda que mais raras, algumas têm um aspecto mais convencional, como a reinterpretação do polvo à feira na forma de um belisco do molusco espetado num palito com um cubo de batata ao aroma de páprica. Das entradas, o mil-folhas de beterraba recheado de chantili de anchova vem na companhia de um sorbet da própria raiz adocicada e salpicada de uma farinha de gergelim e castanha cumaru. Enriquecido por um sutil toque de pequi, o arroz de pato surge úmido, quase caldoso, com lascas saborosas da ave. Esses dois pratos também compõem o menu temporada, que inclui ainda as sensacionais ostras frescas trazidas de Santa Catarina sobre gelatina de pepino com pérolas de lichia feitas como sorvete em nitrogênio líquido de entrada. Na sobremesa, aparece um ninho feito de fios de mandioquinha e recheado de creme de coco ao aroma de puxuri, uma planta amazônica. Ao lado do marido, Helena expede um menu degustação somente no jantar. A carta de vinhos traz um francês da Borgonha que escolta bem diversos pratos. É o tinto Clos de Lupé 2007. O restaurante recebeu três indicações como o melhor do gênero do júri de VEJA SÃO PAULO e o casal obteve um voto na categoria chef do ano.
Por Veja SP
2010 - Indicado
Categoria Restaurantes cozinha contemporânea
Escolhida a chef do ano em 2009 e a primeira mulher a conquistar esse título na eleição de VEJA SÃO PAULO, a gaúcha Helena Rizzo desenvolve um trabalho primoroso ao lado do marido, o espanhol Daniel Redondo. Ambos são responsáveis pela criação de receitas como os formidáveis bombons de foie gras envoltos numa capa de vinho do Porto e recheados de um cubo de goiabada. Também fazem um peixe do dia singelo e encantador. Sob a posta alta de pele tostada, vem um caldo de cubos de batata, minicebola e tomate-cereja. Esses pratos também integram o menu da temporada, que inclui ainda a sopa de menta com gema de ovo cozido e batata-roxa na forma de chips, a tenra bochecha bovina sobre purê de batata-doce e, de sobremesa, os cubos de frutas amarelas discretamente cozidas e coroadas por sorvete de chá-preto earl grey, raspadinha de tangerina e caramelo de açafrão. Esse cardápio especial é servido para no mínimo duas pessoas. Os vinhos são apresentados pelo sommelier Felipe Barreto a partir de uma carta montada por Gabriela Bigarelli. Única opção de cava, o espumante Marqués de Monistrol Selección Especial Brut acompanha a refeição.
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Restaurantes cozinha contemporânea
Conhecido por ter dois titulares no comando dos fogões, o Maní esteve parte deste ano apenas sob as ordens da gaúcha Helena Rizzo, eleita a chef do ano. O espanhol Daniel Redondo, marido e parceiro de Helena na elaboração e execução das receitas, tirou um período sabático. Só no mês passado ele voltou da Catalunha. Sozinha diante dos fogões, a cozinheira mostrou competência e força criativa ao lançar pratos arrojados, como as deliciosas esferas de caldo de feijoada guarnecidas de farofa de castanha-do-pará, uma gota de azeite de pimenta, triângulos de laranja, cubos de paio e couve frita. Essa entrada aparece no cardápio apenas às quartas e faz parte de um menu degustação oferecido todos os dias no jantar. Entre os pratos principais brilha o bobó do maní, versão da receita baiana feita de camarão grelhado sobre purê de mandioquinha, leite de coco, cogumelo shiitake e um toque de chocolate. Não menos apetitosa, a tenra paleta de cordeiro permanece no forno durante 24 horas para ganhar uma incrível maciez e contrastar com a textura da farofa crocante e do mix de batata-doce, batata bolinha e outros vegetais assados. O flã de chocolate francês Valrhona, para a sobremesa, tem um sedutor perfume de canela e laranja.
Por Veja SP
2008 - Vencedor
Categoria Restaurantes cozinha contemporânea
A vitória do restaurante corresponde ao êxito não de um, mas de dois chefs. No comando dos fogões encontram-se a gaúcha Helena Rizzo e o catalão Daniel Redondo. Eles se conheceram na Espanha, quando trabalhavam no Celler de Can Roca, casa duas-estrelas no Guia Michelin. Vieram a São Paulo para inaugurar o Maní, que tem por sócios a atriz Fernanda Lima e os empresários Pedro Paulo Diniz e Giovana Baggio. Marido e mulher, Daniel, de 30 anos, e Helena, 29, desenvolvem um trabalho seguro, consistente e arrojado. Criativos, propõem receitas fascinantes e surpreendentes ao paladar. É formidável como conseguem extrair tanto sabor em pratos preparados apenas com vegetais. Um exemplo, o falso tortelli leva uma fina lâmina de palmito pupunha recheada de creme de abóbora japonesa em especiarias junto de melão-cantalupo e amêndoa, tudo banhado por manteiga de sálvia. Um primor na apresentação, o peixe do dia (robalo ou cherne) vem assentado sobre banana-da-terra e coberto por um mix de farinhas de mandioca, de milho, de pão e de biscoito de polvilho. No arremate, recebe flores e uma intensa espuma de tucupi e leite de coco. Na sobremesa, o café padoca surge de uma, digamos, releitura de um corriqueiro hábito nacional – a média e o pão com manteiga – em roupagem moderna. Combina creme de baunilha quase sem açúcar, coberto por uma película de gelatina de café respingada de doce de leite, sorvete de caramelo e lascas de pão tostado na manteiga.
Por Veja SP