Três documentários sobre diversidade sexual

Retratos e histórias de personagens singulares

Kátia: batizada José Nogueira, a piauiense Kátia Tapety ganhou projeção nacional ao se tornar a primeira travesti eleita para um cargo político no Brasil. Vereadora mais votada da cidadede Colônia do Piauí por três vezes consecutivas, ela chegou à vice-prefeitura de seu município. No longa, está o registro do cotidiano de Kátia num período de vinte dias.

Olhe pra Mim de Novo: os diretores Kiko Goifman (de Filme Fobia) e Claudia Priscilla flertam muito discretamente com o road movie ao mapear a viagem do transexual Sillvyo Luccio. No sertão nordestino, ele sai à procura de ajuda médica para realizar o sonho de ter um filho com sua esposa de uma forma não convencional, unindo o seu óvulo ao dela. 

Meu Amigo Claudia: ícone do underground paulistano nos anos 80, a travesti Claudia Wonder (1955-2010) foi cantora punk, atriz em filmes de sexo explícito, escritora e militante dos direitos dos gays. O diretor Dácio Pinheiro reúne depoimentos e imagens de arquivo em uma homenagem quase singela, valorizada pela força de uma personagem imprevisível.

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