Beyoncé é agarrada por fã em show para 50 000 pessoas no Morumbi

Cantora fez diversas trocas de roupa durante apresentação da turnê Mrs. Carter Show World Tour

Não tem para ninguém: Beyoncé provou a 50 000 pessoas em show no Estádio do Morumbi na noite deste domingo (15) que bate as outras divas do universo pop em uma apresentação ao vivo. A voz potente e afinada não é abalada pela coreografia elaborada, se aproximando bastante do que se ouve e vê nos CDs e se vê nos clipes. O figurino, o cenário, os hits, a interação com o público, todo o conjunto do espetáculo evoluiu com a cantora norte-americana nos últimos anos.

Sempre simpática e carinhosa, Beyoncé tomou um susto ao ser agarrada por um fã durante Irreplaceable, o que quase a fez cair sobre a multidão da pista premium em um dos momentos em que se aproximou do público. Sem tirar o sorriso do rosto, mas desconcertada, ela conseguiu se recompor com rapidez e pediu aos seguranças que não removessem o rapaz exaltado de lá. “It’s ok” (“Está tudo bem”), disse, antes de voltar até ele e perguntar o seu nome. “Nice to meet you. I love you too.” (“Prazer em conhecê-lo. Eu também te amo”.), completou.

 

Neste show, ela não fez questão de cabelos ao vento, como no Rock In Rio. A Sra. Carter os amarrou em um rabo de cavalo junto à nuca, com um aplique para dar volume, já que ela está com as madeixas mais curtas.

Com um som estourado que ameaçava engolir os vocais da cantora, o setlist deste braço da The Mrs. Carter Show World Tour passou por sucessos como Crazy in Love, Single Ladies e até por uma cover de I Will Always Love You, de Dolly Parton, imortalizada por Whitney Houston. No bis, Beyoncé apresentou também a nova Grown Woman, uma batucada africana com direito a figurino e projeções étnicas. Não houve chance para músicas do Destiny’s Child.

A banda, composta somente por mulheres, incluindo um naipe de metais e o trio de backing vocals The Mamas, ajudou a repaginar os hits da cantora. Os dançarinos gêmeos são os únicos integrantes homens da equipe.

Beyoncé, no entanto, errou a mão no troca-troca de figurino na noite deste domingo. Foram pelo menos nove mudanças de roupa em pouco mais de uma hora e meia de show. Na ausência da cantora, um telão horizontal de alta definição exibia vinhetas “existencialistas”, algumas delas relacionadas às letras das músicas do repertório. Eram como interlúdios para unir os blocos. Os maiôs, o vestido vermelho e o macacão azul eram deslumbrantes, e as projeções, muito bem produzidas, mas as escapadas da diva do palco cortavam o barato da plateia empolgada, que cantou a plenos pulmões de Run the World, a faixa de abertura, a Halo, a de encerramento.

Esta foi a segunda passagem de Beyoncé por São Paulo. Seu primeiro show por aqui ocorreu em 2010.

 

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