Asterix: boa carta de cervejas na prainha paulista

A lista de rótulos servidos na casa beira os duzentos nomes vindos de dezesseis países diferentes

Um dos botequins da chamada “prainha paulista”, o Asterix é modesto na decoração mas merece destaque quando o assunto é cerveja. A lista beira os 200 nomes com marcas de dezesseis países diferentes. Depois de quase um ano sem aparecer por lá, volta à cena a cerveja mais cara da casa. A Deus Brut de Flandres (R$ 249,00, 750 mililitros) é uma belga dourada, elaborada de maneira semelhante ao champanhe e servida na flûte – aquela taça comprida de espumante. Dentre as campeãs de pedidos está a Kwak (R$ 29,00, 330 mililitros) – também é belga e faz sucesso porque vem em um copo especial com uma alça de madeira. Para pedir uma brasileirinha, a dica é a Demoiselle (R$ 21,90, 600 mililitros), da cervejaria Colorado. Trata-se de uma Porter, portanto de coloração escura, só que com um diferencial: leva café na composição. No cardápio de petiscos, destaque para a linguiça de javali acebolada (R$ 39,00).

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