Anvisa proíbe venda de paçocas devido a item cancerígeno

Carga da marca goiana Dicel apresentava excesso de aflatoxinas. Além do doce, lote de palmitos em conserva da marca Mega Sabor também foi interditado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda (20) um lote de paçocas da marca Dicel, sediada em Goiânia (GO). De acordo com a agência, a carga tinha excesso de aflatoxinas, substância produzida por fungos que é considerada tóxica e favorece o desenvolvimento de câncer em teor acima do permitido.

Paçoca em rolha da marca Dicel: lote suspenso pela Anvisa (Divulgação/Dicel/Veja SP)

A partir desta data, a venda e distribuição de qualquer item pertencente ao lote 27 da Paçoca Rolha Amendoim Dicel fica proibida em todo o Brasil. Os produtos foram fabricados em 18 de novembro do ano passado e têm exatamente um ano de validade. A empresa informou que ainda não foi notificada sobre a interdição.

Palmito

Também foi vetado o lote 1700 do produto Palmito Picado fabricado pela Mega Sabor, reprovado em três análises de laboratório. Como a empresa não apresentou contraprovas ao teste, a Anvisa determinou que o lote em questão fosse recolhido.

Procurada, a Mega Sabor Alimentos não retornou o contato até a publicação da reportagem.

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

  1. Paulo Franco

    E agora? Pobre não tem dinheiro para comprar viagra!