Conheça Tony, o gato foquinha

O gatinho Tony é um guerreiro. Com apenas 2 dias de vida, já tinha enfrentado maus bocados. Quando deu cria, sua mãe morava em uma casa com dois rottweilers. De tão nervosa com a presença dos cães, ela comeu todos seus filhotes. Só sobrou o Tony. Para piorar a situação, um dos cachorros matou a gata-mãe. […]

Guerreiro felino: o filhote tem os movimentos das patas comprometidos e se arrasta por aí como uma foca (Fotos: Tony, o Gato Foquinha)

O gatinho Tony é um guerreiro. Com apenas 2 dias de vida, já tinha enfrentado maus bocados. Quando deu cria, sua mãe morava em uma casa com dois rottweilers. De tão nervosa com a presença dos cães, ela comeu todos seus filhotes. Só sobrou o Tony. Para piorar a situação, um dos cachorros matou a gata-mãe. Antes que o filhote também virasse estrelinha, as voluntárias da ONG Adote um Gatinho conseguiram salvá-lo por meio de uma denúncia.

Foi cuidado por uma das fundadoras da instituição, Susan Yamamoto, com direito à mamadeira e outros mimos, antes de ir parar na casa da administradora Silvia Garwood, voluntária do grupo, que o acolheu em caráter de lar temporário. “Mas não teve como, me apaixonei e peguei para mim”, diz. Ela logo percebeu que ele sofria com algum problema. Vivia ali parado, sem se mexer. Depois de uma consulta ao veterinário, descobriu-se que Tony estava com sete fraturas nos ossos, devido a uma deficiência de cálcio. “Ele nunca chorou ou reclamou”, conta ela.

O veterinário sugeriu a eutanásia, mas Silvia recusou na hora. Tony chegou a ficar suspenso em uma estrutura de pano por um tempo para ver se as patinhas calcificavam mais facilmente, mas os resultados não foram muito animadores.

Após um tempo de recuperação, o pequerrucho não exibiu mais ossos quebrados e conseguiu voltar a passear por aí, porém ficou com os movimentos das patas comprometidos. Ganhou o apelido de “gato foquinha”, porque vive se arrastando (veja o vídeo acima). “Fizemos adaptações na caixa de areia e no pote de comida para ele poder alcançá-los e viver uma vida normal”, conta Silvia. No mês que vem, o peludo passará por uma consulta a fim de analisar a necessidade de cirurgia.

Silvia, a mãe-humana: a mãe-gata de Tony foi morta por um rottweiler

Hoje com 3 meses, o bebê que mora com quatro irmãos felinos e um canino (com quem se dá super bem, apesar dos traumas com totós) ganhou uma página no Facebook que, desde sua criação na semana passada, já contabiliza quase 1000 fãs. “Acho que o perfil fez tanto sucesso porque as pessoas viram o quão encantador ele é”, derrete-se a mãe humana. Para seguir as peripécias de Tony na rede social, clique aqui.

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+ Leia mais: A história de Mocinha, uma linda vira-lata tetraplégica

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