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Quando novas vacinas fazem diferença

A incidência e a gravidade de doenças imunopreveníveis podem justificar a introdução de imunizantes no esquema de vacinação

Por Abril Branded Content
26 nov 2018, 18h20

Elas já eliminaram do planeta micro-organismos responsáveis por problemas como varíola e poliomielite, tornando-se um dos pilares dos programas de saúde pública. Mas os avanços científicos e tecnológicos que possibilitam a produção de novas vacinas também geram dúvidas, até porque as novidades nem sempre são imediatamente incorporadas ao sistema de vacinação gratuita. “Nosso programa de imunizações é reconhecido no mundo todo, e poucas vacinas estão fora dele”, explica Flávia Jacqueline Almeida, especialista em infectologia pediátrica do Sabará Hospital Infantil.

A estratégia, claro, é priorizar as doenças mais prevalentes nas diferentes faixas etárias e focar em campanhas para conter surtos como o de febre amarela, que assombrou o país este ano. “Para fazer inclusões no calendário oficial e disponibilizar novas vacinas para toda a população é preciso levar em conta o número de doses, custo e capacidade de produção”, pondera Flávia. Disponível em clínicas particulares no Brasil desde 2016, a meningocócica ACWY é uma das que entraram no radar do governo. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria preferencialmente no primeiro ano de vida, ela protege a meninge, membrana que envolve o cérebro, de infecções causadas por quatro tipos de micro-organismos. “A meningite, afinal, é uma doença grave, que causa a morte de uma em cada cinco pessoas infectadas”, esclarece Flávia. Igualmente eficaz e segura, a pneumocócica 13-valente previne cerca de 90% de enfermidades, como pneumonia, otite e sinusite. “Além de crianças, é importante, por exemplo, para quem sofre de asma e indivíduos com imunodeficiências”, diz a médica. Isso sem contar a contribuição de tirar de circulação vírus e bactérias, beneficiando indiretamente até quem não recebeu as doses.

A imunização de crianças

Palestra gratuita falará sobre indicações e riscos da vacinação na infância 

Organizado pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal, o 4º Congresso Internacional Sabará de Saúde Infantil, que aconteceu entre os dias 12 e 15 de setembro, apresentou as inovações na assistência a crianças e adolescentes. Mas a série de palestras gratuitas da programação chamada de A Criança no Século XXI ainda não chegou ao fim. No dia 29 de novembro, a conversa será com Helena Keico Sato. Diretora técnica da Divisão de Imunização da Secretaria Estadual da Saúde, a médica abordará temas como o impacto das vacinas no controle das doenças imunopreveníveis e como lidar com as fake news. Aberto a profissionais de saúde e também a pais e cuidadores, o encontro será no Auditório Mackenzie (Auditório Wilson de Souza – Rua Piauí, 143 – Consolação, São Paulo), a partir das 19h30.

Inscreva-se para palestra GRATUITA AQUI

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