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#PapoVejinha: A experiência de desfrutar São Paulo

Uma conversa com o casal de economistas Marcos Lisboa, presidente do Insper, e Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 14 fev 2020, 15h58 - Publicado em 14 set 2018, 06h00

Marcos LisboaPresidente do Insper, nascido no Rio

“São Paulo é muito musical, assistimos a shows inacreditáveis em locais minúsculos. os artistas migram para lugares que abrem e fecham rapidamente, é preciso estar atento.”

“O centro decaiu porque a nossa legislação de proteção é um empecilho. São muitas exigências e os órgãos de controle não conversam entre si, o que torna a recuperação quase inviável.”

“É curioso que o centro mudou. Nasceu no Pátio do Colégio, atravessou o Viaduto do Chá, depois a Avenida Paulista, a Faria Lima, a Berrini. Andou porque é mais fácil abandonar e construir outro do que restaurar o antigo.”

Zeina Latif Economista-chefe da XP investimentos, nascida em Campinas

Zeina Latif, economista-chefe da XP investimentos Divulgação/Veja SP

“Meu pai é palestino, e alguns pratos típicos da região são difíceis de achar. Na Rua Oriente, há lugares simples de donos estrangeiros onde se come um bom faláfel. Lá o gosto não foi suavizado como seria em geral aqui no Brasil.”

“A gente cuida pouco, é inaceitável. Qualquer país da América Latina tem ruas mais limpas. Isso também é criado por uma falta de afeto à cidade.”

“O fato de ter muita gente na rua é um bom sinal. A cidade está muito mais vibrante do que era há trinta anos.”

Confira o papo na íntegra:

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