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Fundos imobiliários, com Thiago Costa e Michel Wurman

Os dois especialistas falam do "fim do escritório", das distorções nos preços de shoppings e hotéis e do que esperar de produtos imobiliários

Por Raul Juste Lores - Atualizado em 20 jul 2020, 21h54 - Publicado em 21 jul 2020, 00h05

Os fundos imobiliários se tornaram uma atraente opção de investimento em tempos de juros baixos. Também têm capital suficiente para investir em construções nos mais diferentes segmentos, dando cara à cidade.Com a pandemia, o que já mudou e vai mudar? O podcast #SPsonha entrevista dois dos maiores especialistas do ramo, Thiago Costa, sócio do HSI, e Michel Wurman, sócio e responsável pela área imobiliária do BTG. Ambos acham precipitada a ideia do “fim do escritório” e do home office eterno, falam das distorções nos preços de shoppings e hotéis, e descrevem o que esperam de produtos imobiliários. “A vacância dos corporativos tem mais a ver com desaceleração econômica que com home office em larga escala. Mas a comunicação do setor é muito ruim”, diz Costa. Ele defende a existência do escritório. “Muitas oportunidades nascem do café sem agenda, ninguém faz zoom para bater papo sobre um terreno livre.” Wurman concorda. “Yahoo e Microsoft já tentaram home office geral, mas voltaram atrás. Não nascemos para ficar seis horas seguidas olhando para uma tela.”

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