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Bienal anuncia programação com clássicos do cinema como “Paris, Texas”

Cinema Bienal acontecerá até janeiro de 2026

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14 out 2025, 19h05 • Atualizado em 17 out 2025, 12h47
Jane (Nastassja Kinski), esposa desaparecida em 'Paris, Texas'
Jane (Nastassja Kinski), esposa desaparecida em 'Paris, Texas' (Divulgação/Divulgação)
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  • Durante a 36ª edição da Bienal de São Paulo, o público poderá conferir uma programação gratuita de filmes no auditório do Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. A seleção das próximas semanas inclui clássicos, como “Cidade dos Sonhos”, de David Lynch, e “Paris Texas”, de Wim Wenders, além de produções voltadas para o público infantil. O Cinema Bienal funcionará até o fim da exposição, em 11 de janeiro de 2026.

    Os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou diretamente no local, uma hora antes da exibição.

    Confira a programação de 17 a 19 de outubro:

    17 de outubro, sexta, 15h

    Série “Histórias da Bienal” – Episódios 3 (25min) e 4 (29min)

    Episódio 3: O poder dos curadores

    O terceiro episódio da série Histórias da Bienal mostra como o papel e a figura do curador vêm mudando ao longo dos anos. A primeira Bienal a ter um curador foi a 16ª, em 1981, com Walter Zanini. Nos anos 90, esse profissional chegou a ser tido como um “todo-poderoso”, capaz de alavancar ou afundar carreiras. Mas, hoje, uma atitude centralizadora faz cada vez menos sentido. Participam do programa: os artistas Carmela Gross e Cildo Meireles, a curadora da 27ª Bienal de São Paulo, Lisette Lagnado, e o coletivo curatorial da 35ª Bienal de São Paulo, com Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel.

    Episódio 4: Outras histórias

    Este episódio de Histórias da Bienal aborda como tem crescido a necessidade de se adotar outras narrativas e perspectivas na arte, além da visão ocidental e europeia, até pouco tempo uníssona na história. Os artistas Cildo Meireles e Regina Silveira relembram suas participações na 24ª Bienal de São Paulo, em 1998, que sugeriu o conceito antropofágico como elemento formador da identidade cultural brasileira. A fotógrafa Maureen Bisilliat fala da sala “Xingu Terra”, que ela assinou com o sertanista Orlando Villas Bôas e o cacique Aritana Yawalapiti na 13ª Bienal de São Paulo, em 1975. E os artistas Daiara Tukano e Gustavo Caboco dizem por que a 34ª edição, em 2021, ficou conhecida como a “Bienal dos Índios”, alcunha dada pelo amigo Jaider Esbell.

    18 de outubro, sábado, 12h

    “Placa Mãe”, de Igor Bastos (105 min)

    Placa-Mãe se passa em um futuro próximo no interior de Minas Gerais, onde Nadi (Ana Paula Schneider), uma andróide com cidadania brasileira, conquista o direito de adotar duas crianças, David (Vitor Gabriel Pereira) e Lina (Ana Júlia Silva Guimarães). No entanto, a adoção gera controvérsia quando o sensacionalista digital influencer, Asafe (Marcio Simões) cria uma série de polêmicas para ganhar popularidade. Em meio à confusão, um mal-entendido leva David a fugir, temendo a separação de sua irmã Lina. Enquanto David enfrenta os perigos e desafios da cidade, Nadi, determinada a reverter a situação, embarca em uma jornada para encontrá-lo e garantir a segurança e a união da família.

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    18 de outubro, sábado, 15h

    “Cidade dos Sonhos”, de David Lynch (146 min)

    cidade-dos-sonhos
    (Retrato Filmes/Divulgação)

    Após um acidente de carro que lhe causa amnésia, uma mulher, acompanhada de uma aspirante a atriz, procura por pistas e respostas na cidade de Los Angeles, em uma estranha aventura em que sonhos e realidade se misturam.

    19 de outubro, domingo, 12h

    “Um filme Minecraft”, de Jared Hess (101 min)

    Quatro desajustados – Garrett “The Garbage Man” Garrison, Henry, Natalie e Dawn – são transportados por um misterioso portal para Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que dominar este mundo embarcando em uma missão mágica guiada por um experiente e imprevisível construtor.

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    24 de outubro, sexta, 15h

    Série “Histórias da Bienal”  –  Episódios 5 e 6

    Episódio 5: Mais Perguntas, Menos Respostas 

    Em 2008, na 28ª Bienal de São Paulo, o 2º andar do Pavilhão da Bienal permaneceu vazio. O gesto dos curadores Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, frente às crises da instituição, entrou para a história como uma abertura a novas possibilidades e um convite a uma pausa necessária. Neste quinto episódio da série Histórias da Bienal, os artistas Maurício Ianês e Carla Zaccagnini falam de suas participações naquela que ficou conhecida como a “Bienal do Vazio”. E os artistas Tatiana Blass e Jonathas de Andrade falam de suas participações na 29ª Bienal de São Paulo, em 2010, que investiu pesado na comunicação com o público.

    Episódio 6: coreografias do impossível

    O último episódio da série Histórias da Bienal é dedicado à 35ª Bienal de São Paulo, realizada em 2023. Com o título coreografias do impossível, essa edição da Bienal foi organizada por um coletivo curatorial composto por Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes, e Manuel Borja-Villel, sem hierarquia entre eles. Os quatro curadores conversam com a gente ao longo do programa, e também os artistas: Ana Pi, Tadáskía, Luana Vitra, Kidlat Tahimik e Daniel Lie. A 35ª Bienal de São Paulo nos convidou a uma revisão das estruturas verticais de poder, e nos provocou a imaginar outros mundos possíveis.

    25 de outubro, sábado, 15h

    “Paris, Texas”, de Wim Wenders (147 min)

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    (Divulgação/Divulgação)
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    Travis é encontrado exausto e sem memória em um deserto no Texas, após quatro anos desaparecido. Aos poucos, ele começa a se recordar de sua vida e é acolhido pelo irmão Walt, que vive com sua esposa Anne. Juntos, eles também cuidam de Hunter, o filho de Travis, que gradualmente vai se reconectando com o pai. À medida que Travis e Hunter reconstroem seu relacionamento e desenvolvem uma forte amizade, o homem saí em busca de sua ex-esposa Jane.

    25 de outubro, sábado, 12h

    “Sonic 3”, de Jeff Fowler (109 min)

    sonic-3
    (Divulgação/Divulgação)

    Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.

     

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