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Zhangjiajie, o parque que inspirou Avatar, de James Cameron

Por Gabriela Boccaccio James Cameron pode ser considerado um diretor muito criativo por ter criado o universo do filme Avatar. Mas a verdade é que aquelas ilhas flutuantes não surgiram do nada. Elas foram inspiradas nas paisagens do Zhangjiajie National Park, na província de Hunan, na China. + Dez castelos para visitar na Europa O […]

Por pedrotavares
Atualizado em 26 fev 2017, 15h11 - Publicado em 8 ago 2015, 23h36
As montanhas de Zhangjiajie inspiraram James Cameron a fazer Avatar (Foto: Gabriela Boccaccio)

As montanhas de Zhangjiajie inspiraram James Cameron a fazer Avatar (Foto: Gabriela Boccaccio)

Por Gabriela Boccaccio

James Cameron pode ser considerado um diretor muito criativo por ter criado o universo do filme Avatar. Mas a verdade é que aquelas ilhas flutuantes não surgiram do nada. Elas foram inspiradas nas paisagens do Zhangjiajie National Park, na província de Hunan, na China.

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O local faz parte do conjunto do Wulingyuan Scenic Area, composto também pelo Suoxiyu Nature Reserve e pela Tianzi Mountain Natural Reserve. Declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1992, o parque pode não ser um destino não tão conhecido como a capital Pequim o a Grande Muralha, mas certamente vale a viagem para a China.

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As formações rochosas impressionam e é possível fazer desde passeios sem a presença de outros turistas até tirar fotos com os pássaros de Avatar. As rochas parecem emergir do chão e a primeira pergunta que você se faz é “Como a natureza fez isso?” O nome é complicado, mas chegar em Zhangjiajie não é difícil. Voos diários saem das cidades de Pequim e Xangai.

 

A Golden Whip Stream é uma caminhada tranquila de cerca de duas horas (Foto: Gabriela Boccaccio)

A Golden Whip Stream é uma caminhada tranquila de cerca de duas horas (Foto: Gabriela Boccaccio)

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O difícil mesmo é a comunicação com os habitantes, que pouco falam inglês e outros idiomas além do mandarim. Mas é claro que na vontade tudo se resolve. Com algumas mímicas e palavras básicas é possível resolver o necessário: comida e transporte. Use algum tradutor no celular para facilitar as tentativas de conversa – aplicativos como Google Translate e Bravolol são uma ótima opção.

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A principal oferta de comida são as barraquinhas com salsichas, macarrão e comidinhas típicas chinesas. Além disso, alguns McDonald’s também satisfazem a vontade de fast food durante a viagem.

Hospedagem
O ideal para aproveitar o parque é hospedar-se lá dentro e poder gastar menos com transporte. Muito simples e com uma ótima comida, o Wulinyuan Zhongtian International Youth Hostel tem uma ótima localização e é ideal para quem viaja com um baixo orçamento. Uma noite no albergue sai por 77 reais para duas pessoas.

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Subir a Tianzi Mountain é uma experiência única e não é muito procurada pelos turistas (Foto: Gabriela Boccaccio)

Subir a Tianzi Mountain é uma experiência única e não é muito procurada pelos turistas (Foto: Gabriela Boccaccio)

Já o Zhangjiajie Mengpa Deluxe Inn fica no Tianchi Village, na Tianzi Mountain. Um pouco mais afastado, ele tem diárias a partir de 194 reais. Quem preferir luxo pode ficar em hotéis na cidade, como o Pullman Zhanjiajie, no centro de Wulingyuan, a trinta minutos da entrada do parque. Uma diária custa a partir de 269 reais.

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Passeios
Conhecer Zhangjiajie sem um mapa é uma missão impossível. São muitas vistas e rotas para todos os gostos. Em três dias é possível fazer diversos roteiros e conhecer bem o local. O ingresso para ficar quatro dias dentro do parque, durante a alta temporada, que vai de maio a outubro, é de 137 reais. Na baixa temporada, o valor cai para 80 reais. Estudantes com menos de 23 anos ganham desconto e pagam 88 reais na alta temporada e 44 reais na baixa.

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Os mais aventureiros podem subir a Tianzi Mountain a pé para chegar até o Imperial Writing Brush Peaks. O percurso é difícil, são cerca de cinco mil degraus durante uma caminhada de quase três horas (depende da sua disposição). A rota é ideal para quem quiser fugir dos turistas e apreciar as paisagens de tirar o fôlego como o Southern Heavenly Gate. Quem não quiser cansar as pernas pode pegar um bondinho e apreciar a vista. Em junho, a neblina tomava conta das montanhas e não era possível enxergar muito bem.

O bondinho para chegar no Yellow Stone Village permite ter uma linda visão da floresta (Foto: Gabriela Boccaccio)

O bondinho para chegar no Yellow Stone Village permite ter uma linda visão da floresta (Foto: Gabriela Boccaccio)

Alguns pontos do parque são extremamente e lotados. Yuanjiajie é o um dos mais procurados por conta do Heavenly Pillar, que ficou conhecido como Avatar Hallelujah Mountain após o lançamento do filme de James Cameron. Sua atenção é dividida entre os turistas amontoados procurando o ângulo perfeito para uma selfie e a visão incrível das montanhas. A First Bridge Under Heaven também chama a atenção, mas a ponte natural entre duas montanhas e cheia de vegetação não pode ser atravessada.

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Descer é a parte mais agradável do passeio, mas não deixa de ser cansativo. A Golden Whip Stream é um caminho acompanhado por um pequeno riacho que leva até à entrada do parque. É um dos únicos locais em que é possível observar as montanhas de baixo e ter uma noção de sua imensidão. Altas árvores permeiam todo o caminho e trazem um espírito de paz mesmo com a presença de muitos visitantes. Uma fonte de água natural promete ser a receita para a eterna juventude. Muito gelada, ela é uma ótima maneira de se refrescar durante a caminhada de quase duas horas.

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Já Yellow Stone Village tem algumas das melhores vistas da montanha. É possível dar a volta no local em três horas e poder parar em diversos pontos para apreciar a vista. Um de seus locais mais famosos é o Five Fingers Peaks, cuja lenda diz que seria a mão de Buda. Um dos momentos mais divertidos é poder extravasar, gritar a pleno pulmões e ouvir o distante eco.

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