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Jornal inglês lista Ibirapuera entre os dez melhores parques do mundo

O jornal inglês The Guardian fez uma lista com dez parques imperdíveis para conhecer ao redor do mundo. Na relação, há lindas áreas verdes em Paris, Londres e Pequim. Locais imperdíveis em qualquer estação. Quem não ficou de fora foi o Ibirapuera. Confira abaixo: Ibirapuera (São Paulo): Os 221 hectares do Parque do Ibirapuera são um […]

Por pedrotavares Atualizado em 26 fev 2017, 15h09 - Publicado em 12 ago 2015, 00h14

O jornal inglês The Guardian fez uma lista com dez parques imperdíveis para conhecer ao redor do mundo. Na relação, há lindas áreas verdes em Paris, Londres e Pequim. Locais imperdíveis em qualquer estação. Quem não ficou de fora foi o Ibirapuera. Confira abaixo:

Ibirapuera (São Paulo): Os 221 hectares do Parque do Ibirapuera são um escape para quem precisa fugir da selva de pedra paulistana. Projetado pelo arquiteto Roberto Burle Marx e inaugurado em 1954, as instalações do local têm inspiração cubista e surrealista. O parque é um quadrilátero cercado pelas avenidas 23 de Maio, Quarto Centenário, República do Líbano e Pedro Álvares Cabral com uma área de 1 584 quilômetros quadrados. Além disso, o espaço conta com uma ciclovia de treze quadras, pontos de descanso e lazer e diversas instalações culturais. A entrada é gratuita.

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Anoitecer no Parque do Ibirapuera (Foto: Flávio Jota de Paula, no Flickr)

Anoitecer no Parque do Ibirapuera (Foto: Flávio Jota de Paula, no Flickr)

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Buttes-Chaumont (Paris): Um ótimo lugar para escapar da mesmice da Torre Eiffel. Com árvores, formações rochosas e pontes, os 25 hectares do Buttes Chaumont foram projetados pelo engenheiro Adolphe Alphand, com coordenação do então prefeito de Paris Georges-Eugène Haussmann. O Barão Haussmann, como era conhecido, foi responsável por outros belos jardins da capital francesa. A entrada é gratuita.

(Foto: Ard Hesselink, no Flickr)

Buttes-Chaumont foi construído no governo de Haussmann (Foto: Ard Hesselink, no Flickr)

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Boboli (Florença): Um dos principais pontos de lazer da Família Medici no século XVI, Boboli está entre um dos melhores locais para observar a cidade de Florença. Os lagos cercados por mata nativa e as esculturas com inspiração renascentista são um espetáculo à parte para os visitantes. O ingresso custa 17 euros (65 reais).

Florença, vista do Jardim de Boboli (Foto: mls559, no Flickr)

Florença, vista do Jardim de Boboli (Foto: mls559, no Flickr)

High Line (Nova York): A popular High Line de Nova York não poderia ficar fora desta lista. Apesar de não ser definido necessariamente como um parque, o espaço localizado na Ilha de Manhattan recebe milhares de visitantes que buscam uma alternativa ao conhecido Central Park. Construída sobre os trilhos de uma linha de trem abandonada, a High Line é inspiração para outros projetos semelhantes pelo mundo. A entrada é gratuita.

A grande passarela em Manhattan (Foto: David Berkowitz, no Flickr)

A grande passarela em Manhattan (Foto: David Berkowitz, no Flickr)

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Landschaftspark (Duisburg): Em Duisburg, cidade alemã próxima à fronteira com os Paíse Baixos, o Landschaftspark tem uma história interessante: projetado pelo arquiteto Peter Latz e inaugurado em 1999, o parque foi construído sobre uma antiga área industrial. Uma ideia bastante criativa que poderia ser copiada aqui e em outros lugares do mundo. Entrada Gratuita.

Landschaftspark: uma boa ideia (Foto: Thomas Wensing)

Landschaftspark: uma boa ideia (Foto: Thomas Wensing, no Flickr)

Hampstead Heath (Londres): Um pedaço de natureza em meio à metrópole londrina, o Hampstead Heath é uma ótima opção se você estiver visitando o Reino Unido no verão. Assim como o Boboli, de Florença, a grande área verde possui lagos e uma bela vista para a cidade. No entanto, de acordo com o The Guardian, o ponto está ameaçado devido à especulação imobiliária. A entrada é gratuita.

Hampstead Heath, ameaçado pela especulação imobiliária (Foto: Edmund Gall, no Flickr)

Hampstead Heath, ameaçado pela especulação imobiliária (Foto: Edmund Gall, no Flickr)

Parque Güell (Barcelona): Concebido pelo famoso arquiteto Antoni Gaudí, o Parque Güell é referência em termos de ocupação de espaço urbano. Localizado no Monte Carmelo, um dos pontos mais altos de Barcelona, oferece uma bela vista da cidade, de frente para o Mar Mediterrâneo. As decorações em mosaico são o destaque do parque, que mistura áreas verdes com as instalações de Gaudí. O ingresso custa 7 euros (27 reais).

Parque Güell, uma criação de Gaudí (Foto: jacinta lluch valero, no Flickr)

Parque Güell, uma criação de Gaudí (Foto: jacinta lluch valero, no Flickr)

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Palácio de Verão (Pequim): Este espaço teve sua destruição ordenada pelo britânico James Bruce durante a Segunda Guerra do Ópio, no século XVIII. Entretanto, a quantidade de lagos, jardins e construções criadas especialmente para a família imperial chinesa era tão grande que foi possível reconstruir boa parte do patrimônio. Projetado para ficar longe do calor da cidade, o Palácio de Verão conta com locais onde é possível ficar sob a sombra e sentir uma leve brisa refrescante. Os ingressos custam entre 20 e 30 yuans, dependendo da temporada (11 a 16 reais).

Local foi parcialmente destruído na Guerra do Ópio (Foto: Francisco Anzola)

Local foi parcialmente destruído na Guerra do Ópio (Foto: Francisco Anzola)

Olmsted Parks (Buffalo): Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux são conhecidos pela criação do famoso Central Park, em Nova York. Contudo, o maior projeto da dupla fica localizado em Buffalo, ao noroeste da Big Apple. O Olmsted é um conjunto de parques que corta a cidade. Dessa forma, a população nunca ficaria longe das áreas verdes. Entrada gratuita.

Olmsted iluminado no Natal (Foto: Maureen McLaughlin)

Olmsted iluminado no Natal (Foto: Maureen McLaughlin)

Birkenhead Park (Birkenhead): Considerado o primeiro parque público consolidado na Grã-Bretanha, o Birkenhead é apontado como um dos presentes britânicos para a civilização humana. O local, inclusive, serviu de inspiração para o Central Park e os Olmstead Parks. Foi criado pelo jardineiro Joseph Paxton, que transformou o grande jardim em um local acessível para toda a população. A entrada é gratuita.

O primeiro parque aberto ao público na Inglaterra (Foto: SomeDriftwood, no Flickr)

O primeiro parque aberto ao público na Inglaterra (Foto: SomeDriftwood, no Flickr)

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